5/18/2012

O Desemprego Liberta, ou a Miséria Como Oportunidade


O tiranete da austeridade lá veio, mais uma vez, vomitar às golfadas o desprezo que sente pelos portugueses. Gente como esta que nunca trabalhou, e ninguém convencerá o Moyle do contrário, que sabe do trabalho? Do dia a dia das pessoas normais? Das dificuldades das centenas de milhar sem trabalho que não recebem qualquer tipo de subsídio?
A sorte destas alimárias é a mesma sorte que todos os tiranetes tiveram, e terão, em Portugal. A militância passiva-agressiva de café da população. Com esta taxa de desempregados jovens, num país normal, choveriam pedras e trovejariam palavras de ordem. Mas a serenidade bovina dos portugueses encaixa muitos desmandos, dislates e insultos.
Veremos até quando, porque nem nisso os tiranetes que nos têm calhado são assim tão inteligentes. 


PS - Espera-se que o tradutor do Google seja mais ou menos fiel.

5/16/2012

A Morte Não É Mais Que Uma Predisposição Para a Horizontalidade


Como os vivos estão tão secos como múmias chachapoyas, falta apenas desenterrar os mortos e obrigá-los a contribuir (?). Afinal, estar morto não tem que significar um estigma. Deve ser uma opção e, com isso, constituir-se enquanto oportunidade.

5/08/2012

And Now... Sports!


Toda a gente sabe que ao presidente do Benfica costumam chamar, "o orelhas". Nada de novo, portanto. O que pode ser novo é, consoante for a decisão relativa à permanência do treinador Jesus, se as orelhas do "orelhas" não passarão a ser de burro.

5/06/2012

O Adeus do Anão Zangado


O anão Zangado abandonou o Eliseu! A Bruxa má está cada vez mais só no seu castelo em Berlim!

Puerilidades


Este líder do PS nem vai formoso nem seguro. É muito verdinho para ser a "rosa" de que o país precisaria.

5/03/2012

Erst kommt das Fressen, dann kommt die Moral!



Primeiro um de Maio sui generis. Um primeiro de Maio sui generis. 
Isto de haver artigos indefinidos homógrafos de numerais cardinais tem muito que se lhe diga quando se quer começar um poste. O Moyle tinha a coisa tão bem delineada que é de ir aos arames! E agora está numa tão grande pilha de nervos que toda a tranquilidade, que subjaz às suas olímpicas competências de prosa, se evaporou dele como entremeadas da secção do talho do Pingo Doce. Agora que repara nisso, uma tão subtil passagem de tema como esta que o Moyle fez no período anterior, revela que, talvez, nem tudo esteja perdido. Andiamo!
Nem quando meia Europa apoiava Bartolomeu Prignano contra a outra metade que apoiava Roberto de Genebra, se sentiu uma cisão tão profunda como a que estalou ontem, provocando réplicas que se estenderão nos dias e semanas que virão. Pingo Doce: a favor ou contra? O Moyle, por uma questão de princípio, entre estes dois lados cismados deveria escolher o terceiro lado, o de Pietro Filargi da Candia. Isto só para vos mostrar a adoração doentia deste menino, o Moyle, por maniqueísmos. Mas não!
Apesar do que disse dever fazer, o facto é que o título (remete-nos para uma citação de Bertolt Brecht gentilmente lembrada pela Ematejoca) e a imagem  transpiram comprometimento moylístico com uma opinião. E a opinião do Moyle é considerar abjecto o aproveitamento que a cadeia Pingo Doce fez do facto de a maior parte das pessoas em Portugal ainda não trabalhar num dia que lhes é dedicado. Ou seja, basicamente, tratou-se de uma reles e vil manipulação do desespero das pessoas, acenando-lhes com rotundos descontos!
Para além disso, foi um golpe comercial duplamente abjecto por obrigar (e a treta de que cada não é obrigado não cola aqui, porque só os tribunais é que não conseguem – felizmente – obrigar ninguém a trabalhar, já que os patrões, a miséria e a ignorância conseguem facilmente) os seus funcionários a trabalhar redobradamente num dos únicos 3 dias em que esta cadeia de supermercados fechava por ano e precisamente naquele que lhes era dedicado enquanto trabalhadores. O que significa que a questão do excesso de feriados se impunha muito veementemente na produtividade desta cadeia de retalhistas. Três dias por ano? Pouca vergonha de calões!
Os tempos mudam, é certo, e talvez o 1º de Maio seja já uma celebração desajustada nos nossos dias:
- É uma celebração elitista, reservada a uma mão cheia de privilegiados, como os números de desemprego mostram!
- Não se justifica comemorar a luta dos trabalhadores por direitos, se não há trabalhadores!
- A jornada de oito horas diárias, motivo das manifestações operárias em Chicago, é uma ficção! Tomaria um part-time e receber metade em gasolina!
- Honrar as memórias dos que quinaram exigindo a dignidade devida a seres humanos não colhe porque para isso já há o 1 de Novembro.
- Ficar um dia sem trabalhar é uma afronta ao Todo-Poderoso [mercado] e à Santíssima Troika!
Mas nisto das cisões há, no entanto, uma constante. Natural e previsivelmente, serão lançados na conversa casos isolados - que como é sabido ajudam muito a clarificar o assunto e a ir ao fundo das coisas - em que alguém gastou 500€, outro 600€, outro 700€, ou ainda mais. Daqui poder-se-á, num silogismo inatacável, concluir que as gigantescas filas, de milhares de pessoas, que se amontoaram por todo o país à porta destas superfícies, eram compostas por nababos opulentos. Na realidade, é uma argumentação que peca por ridícula e espúria pois não leva em linha de consideração todos os que tinham apenas 50€ no bolso e aproveitaram para fazer compras para dois meses inteiros.
Em vez de milionários repentinamente assomados de uma sovinice somítica e que decidiram abdicar do seu tempo livre para o perderem em filas, o Moyle opõe uma classe média que, verdadeiramente, passa fome. Acham que é exagero? Talvez seja, mas antecipando-as o Moyle opõe às demagogias a kriptonite destas: outras demagogias!
Todo este episódio foi lamentável por se aproveitar despudoradamente da fragilidade dos portugueses – consumidores e trabalhadores destas lojas; pelo desrespeito pela dignidade de uma celebração tão importante como o 1º de Maio; por uma concorrência que mais à frente veremos se é desleal; por ser uma tentativa desesperada de contrabalançar a publicidade negativa da migração da sede empresarial para a Holanda; finalmente, e para o coup de force demagógico, se o Pingo Doce consegue praticar preços 50% mais baixos, por que razão não o faz sempre?
Na realidade é lamentável que Erst kommt die fressen, dann kommt die Moral!, mas, nos dias que correm, este aforismo que poderia constituir-se como uma crua ironia sobre o comportamento humano, perde o seu carácter irónico pois garantir o forro abdominal não é pormenor e não é propriamente uma ironia.

5/01/2012

O Coelho do Reich


Confirmando-se as previsões em França, a Chanceler alemã encontra-se cada vez mais isolada numa Europeia cada vez mais sem União.
Neste momento, continua a ter como animal de estimação o Coelho. Não é grande consolo, como se percebe pela imagem mas, nos dias que correm, é melhor que nada.
Não parece é ao Moyle que, por outro lado, esse mesmo Coelho tenha grande apoio nos nabos de que se tem alimentado nos últimos tempos. Esperemos que assim seja

4/30/2012

Sehnsucht

Parece que corre para aí uma moda de deixar de comer para sobreviver apenas com os raios do sol. Parece-vos estranho? Pois parece. E parece-vos estranho porquê? Porque, efectivamente, é estranho. Mas, apesar de ser estranho, e se calhar mesmo por ser estranho, este facto é real e, à conta disso, uma totó helvética bateu a bota depois de deixar de comer.
Esta moda foi inspirada  num guru indiano que deixou de comer e sobrevive apenas com raios solares, o que faz sentido. O que comer não abundará numa Índia com mil milhões de habitantes, mas sol há com fartura. Mas estas matérias, apesar de ainda não haver notícias de idiotas por cá a alinhar com tal moda (não por falta de idiotas, note-se), também dizem respeito a Portugal.
Ora, o que há de comum entre Portugal e a Índia? A princípio, poderíamos pensar que era o facto de há uns quinhentos anos os portugueses terem arrasado à base de canhão umas poucas de cidades do subcontinente. Mas não é isso. 
Na realidade, os governantes portugueses descobriram o tal guru da Índia há 70 anos que não come e não bebe e, tendo em consideração que portugueses e indianos partilham de tantos séculos de História (nem toda tão deprimente como referido no parágrafo anterior), acharam que estava na altura de pôr em prática uma nova  medida de aproximação civilizacional. Isto significa, naturalmente, que se os indianos não precisam de comer, nem de beber, os portugueses também não. Se há indianos que vivem só com os raios de sol, os portugueses também o hão-de conseguir. 
É que a Índia é uma potência emergente e pode estar nessa poupança nos aspectos supérfluos, como são os luxos de comer e beber, a fonte da resolução das nossas encrenca financeiras. Além do mais, Portugal é um país bastante solarengo, pelo que nutrição não faltará aos nacionais.
Daí o gigantesco esforço para emagrecer a República, infame e morbidamente obesa, cortando em tudo o que seja despesa frívola, como a Educação, a Saúde e a Justiça. Além disso, a brutal carga fiscal, de que se anuncia ainda mais um aumento, sobre bens de consumo, mais que uma tentativa espaventosa de alargar réditos fiscais à custa do nível de vida dos cidadãos, serve o propósito de estimular a poupança desincentivando a despesa de cada em futilidades como o comer e o beber.
Talvez, apesar dos meritórios e altruístas esforços de quem nós pusemos a governar-nos, a coisa ainda não esteja suficientemente bem afinada. De facto, contar com o sol para nos alimentar nos dias que correm não é grande ideia. Parece que houve orações a pedir chuva em demasia há uns tempos e a coisa agora não está fácil. Por outro lado, outra dificuldade tem aflorado na distribuição do emagrecimento por toda a República. Há muita camada adiposa ainda a eliminar. Por exemplo, nem todos são abrangidos pela  mesma dieta, havendo quem abuse às claras de umas guloseimas que são altamente calóricas e contêm elevadíssimos teores de excepções à austeridade (o nome comercial destas guloseimas o Moyle admite não conhecer).
Parece ao Moyle que, embora algo prejudicados nas suas magníficas intenções de ajudarem os portugueses a deixarem de comer e de beber, os nossos governantes têm que ser capazes de ultrapassar os azares no âmbito do incontrolável (como os fenómenos meteorológicos), sendo mais assertivos na tomada de medidas de emagrecimento público..

4/28/2012

O Touro Seguro Pelos... coisos


Ainda lembrando as afirmações de Van Rompuy sobre Portugal ter o touro seguro pelos coisos cornos!

4/26/2012

O Touro Pelos Cornos

Quando Van Rompuy, presidente do Conselho Europeu, se refere a Portugal como "tendo o touro agarrado pelos cornos", sendo o touro nesta afirmação a crise, o Moyle tem as suas reservas sobre a qualidade das informações que chegam ao centro da Europa provenientes daqui, do extremo ocidental da dita.

4/24/2012

Um Grande Melão


A melancia é um fruto muito saboroso, doce e agradável de comer. Além disso, é um fruto que nos diz muito enquanto portugueses devido à proximidade das suas propriedades cromáticas com os nossos símbolos nacionais: o verde e o vermelho presentes na nossa bandeira!
Diz muitas vezes a sabedoria popular, e com aguda perspicácia, que só abrindo uma melancia se sabe se é boa. É uma espécie de equivalente de um Nó Górdio, ou de um Ovo de Colombo, embora mais portuguesa, ou seja, mais prosaica e menos dotada de impacto aforismático universal. 
No nosso caso particular, amontoavam-se as suspeitas de que a melancia governamental aberta pela faca eleitoral não seria a fruta mais agradável de engolir pelos portugueses. E, na realidade, isso confirma-se a cada talhada de melancia legislativa que nos enfiam pelas goelas abaixo!
Depois de muitas acusações de que a anterior melancia, que os portugueses andaram a comer durante seis longos anos, estava podre por dentro, dá-se o ponderoso facto de a actual melancia ser não só amarga e desagradável ao palato mas estar completamente cheia de bichos!

4/10/2012

I Spit on Your Graves


Estás adoentado? 
Corto-te no salário por baixa médica, que isto não está para pieguices!

Estás doente? 
Corto-te no salário por baixa médica, que os sacrifícios são para todos!

Estás mesmo muito doente? 
Corto-te no salário por baixa médica, que os mercados não esperam!

Estás doente terminal? 
Não te corto no salário por baixa médica, que a junta médica não vai em fitas!

Estavas tão doente que quinaste? 
Corto-te o subsídio por morte, quem ficou que trabalhe!

Estás para parir? 
Corto-te no subsídio de gravidez, que maternidade não é desculpa para fazer ronha!

Estás desempregado?
Corto-te no subsídio de desemprego, que isto não está para preguiçosos!

Estás desempregado de longa duração!
Corto-te no RSI, que isto não está para sustentar calaceiros!

Estás empregado?
Corto-te nos subsídios de férias e de natal, que isto não está para luxos!

Estás empregado a termo?
Corto-te na indemnização por despedimento, que isto não está para desperdícios!

Estás emigrado?
Não sei onde te posso cortar, mas já encontro...

Estás vivo?
Corto-te na dignidade!

Estás morto?
Cuspo-te na campa, que não serves para nada.

3/27/2012

Patins na Dança do Qren


Já esta feita há algum tempo, esta imagem, e acaba por cair aqui para encher chouriços enquanto está em fase de conclusão a obra-prima de 5000 caracteres que espero conseguir postar aqui amanhã. Como vou estar afastado uns dias largos, servirá para ir amenizando a saudade que naturalmente sentirão por essa ausência. 
É esta mais uma variação, das milhentas que encheram comunicação social e blogosfera há duas semanas,  das intrigas que afectaram a actual legislatura, num concurso de «a minha é maior que a tua» sendo que aqui a 'minha' e a 'tua' não são pilinhas mas mãos para controlar os chorudos fundos do Quadro de Referência Estratégica Nacional, que a UE fará chover sobre o nosso país. Neste particular, a UE faz um melhor trabalho que S. Pedro mas, ao contrário da verdadeira chuva, esta não cairá para toda a gente.
De qualquer maneira, nesta espécie de dança de cadeiras, ou de fundos, quem acabou por levar com os patins foi o Álvaro. Ainda não patinou do Governo porque todos sabemos que aquilo tem uns atacadores muito compridos e que demoram um ror de tempo a apertar. Mas verão que, mais mês menos mês, o ultra-mega-hiper-super-médio-mini-micro-nano ministro Álvaro deslizará suavemente de S. Bento para fora.
Pelo desculpa pelo abaixamento de qualidade, quer na imagem quer na temática, mas prometo que amanhã será mesmo em grande. Não em bom, mas em grande!

3/26/2012

Daemonarch


Não bastava o futebol português ser um saco de gatos, um ninho de cobras, um enxame de vespas e toda uma panóplia de potencial alegórico extraída do mundo animal, não bastava estarmos, por esse lado, entregues à bicharada, como ainda temos, para cúmulo dos cúmulos, uma guerra religiosa no desporto rei nacional entre mãos.
Pesquisemos o infinito e comecemos pelo fim. O coro de críticas à instrução nacional não permite um momento de descanso a quem dedica a sua alma e o seu sangue à res publica, que é educar as gerações vindouras. Uma nobre docente da Ericeira achou, muito justamente, que a tecnocratização do Ensino é uma opção estratégica errada para o país. Considerou, muito argutamente, que a Instrução, em Portugal, sofre de excesso de funcionalização dos saberes transmitidos e construídos pedagogicamente e de severo défice de transmissão de valores e de educação para o exercício da função cívica. Vai daí, a pobre gentil alma docente decidiu adoptar uma cantilena infantil carregadinha de subliminares apelos à desumanidade contra animais e dotá-la de um mais profundo sentido cívico, trocando um pequeno verso por um pedagógico «viva o Benfica», num iluminado momento de didáctica.
Poder-se-ia perguntar que tem isto de importante, pois até aqui tudo parece cair dentro da normalidade excepto no facto de termos algo a louvar à profissão docente. Ora, o pai da criança não concordou com a estratégia pedagógica da heroína educadora a quem competia zelar pela boa formação da sua progenitura. Bem, até aqui nada fora do ordinário, novamente.
O interesse em redor de toda esta questão está no facto de a sociedade anónima que gere as actividades do ftólcuporto ter emitido uma comunicação a instar o Ministério da Educação a pronunciar-se sobre o «fascismo do gosto» em certas zonas do país. Estranho, uma empresa de futebol estar preocupada com os destinos da Educação em Portugal mas, apesar de estranho, isso até poderia significar uma mudança cultural e civilizacional de que estamos bem precisados. Mas não! Além da recorrente acusação de fascismo, por tudo e por nada, que tende, por repetição ad nauseam, a esvaziar de significado a expressão 'fascismo' e tudo o que ela encerra e verdadeiramente significa, surge a pérola que descreve a professora como uma "ayatollah" do gosto, usando-se da sua posição para uma espécie de «proselitismo nas escolas públicas».
Tudo isto é muito interessante mas há aqui qualquer coisa que cheira tão bem como um "cesto de fruta" depois de passar pelo apartamento de um árbitro e não é o trocadilho idiota entre ayatollahs e mouros, porque qualquer ignorante sabe que os ayatollahs são muçulmanos, sim, mas árabes e, sobretudo, persas (onde o xiismo é mais fortemente implantado) e não magrebinos/mouros (regiões de esmagadora preponderância sunita). Os motivos de queixa do Encarregado de Educação percebem-se. O Ensino é público pelo que o mínimo denominador comum deve ser respeitado e não extrapolado e algumas questões devem ser impostas no remanso do lar e não fora dele. É neste comunicado que reside o fulcro da estranheza.
A preocupação com as questões escolares é muito interessante mas o Moyle não percebe porque não constam dessa preocupação os números alarmantes de violência escolar no Grande Porto. Ou quanto a fascismos de gosto, porque motivo os adeptos de outra agremiação desportiva que não o ftólcuporto é que têm direitos de cidadania na praça dos Aliados, na cidade do Porto. Ou a razão pela qual só de há vinte anos para cá é que se ouve gritar recorrentemente que há quem queira Lisboa a arder.
Esta vontade de ver arder Lisboa remete-nos naturalmente à religião, aos ardentes poços infernais, aos lagos de fogo, aos monstruosos autos de fé seiscentistas e ao fanatismo proselitista católico. Não é o chefe vitalício da empresa que gere o ftólcuporto conhecido precisamente por "O Papa"? Isto leva-nos a considerar a questão por outro prisma. Não estará o Papa da Foz do Douro atrasado no século em que vive? É que o Papa actual, aquele a sério, anda humildemente a exortar à união das religiões contra o terrorismo, mas o Papa de Miragaia declara guerra aos Ayatollahs terroristas da clubite. O Sumo Pontífice de Massarelos está tão cheio dele mesmo que vai mais longe que os exército de Israel e EUA juntos.
Talvez aquilo que está a cheirar tão bem como chocolatinhos fora de prazo seja o facto de ao querido líder da agremiação transduriense não quadrar assim tão bem o epíteto de Papa. Deve ser mesmo isso porque nenhum Papa até agora sentiu necessidade de arrasar a criação de José Régio de cada vez que lhe dão tempo de antena.
Se considerarmos a quantidade de afilhados a quem envia fruta, chocolatinhos, envelopes com dinheiro (deve ser o chamado folar) e conselhos em momentos de turbulência familiar, talvez a melhor designação seja a de padrinho. É sempre uma opção melhor do que Papa, não nos vá cair no colo, além de todos os outros problemas a sério que nos afligem e que, por mero acaso, não constam do comunicado indignado da empresa desportiva do ftólcuporto, um Merah que desate ao tiro em escolas e repartições públicas.

3/24/2012

Putas ao Poder...

Surgiu nos meios de comunicação social a notícia de que em Espanha as putas, indignadas com os  banqueiros, entraram num espécie de greve de sexo  direccionada a aqueles pelo seu comportamento indecente em manipularem indecorosamente a vida das pessoas e dos países em proveito próprio.
É pena que, por cá, os filhos não tenham coragem de fazer o mesmo!

3/23/2012

Ajude a Polícia: Bata em Si Mesmo!


Na esteira de uma tradição já secular de amor dos governantes pelos governandos em Portugal, fica mais um episódio desse musculado apreço na última manifestação.
Ajude a polícia, bata em si mesmo!

3/22/2012

Dia de Greve Geral


Hoje é dia de greve geral e, como o Moyle está a considerar abalançar-se uma carreira na política portuguesa, já começa a criar currículo trazendo no preciso dia de hoje  um tema verdadeiramente importante para o país.