Os autores abdicam de todas as responsabilidades sobre os conteúdos presentes neste blog... Porque não passam de tretas, por muito que desejem e achem o contrário. Não abdicamos, contudo, de todos e quaisquer direitos sobre esses mesmos conteúdos que se encontram protegidos pelas Leis de Protecção da Propriedade Intelectual em vigor (excepto na China e na Madeira). Assinado: O Alto, O Forte e o Moyle
1/29/2010
Admirável Mundo Novo II
1/27/2010
1/21/2010
Allegro Ma Non Troppo
Quando houver mais eu faço questão de vos dizer. Se entretanto souberem alguma(s) digam.
1/17/2010
Parkinson Tectónico III ou Epilepsia de Placas
Terramoto Mãe - ai(de)ti!
Há povos que são naturalmente antipáticos e os iranianos são desses povos. Não podem ver os outros terem alguma coisa que também querem logo para eles. Invejosos!
1/15/2010
Parkinson Tectónico II ou Epilepsia de Placas
1/14/2010
Parkinson Tectónico
1/12/2010
Paulo Bento, o Condestável
PS: Finalmente, mais um contribuição de O Forte. Bem aparecido seja, xotôr!
1/06/2010
On your knees...
1/04/2010
Spam Hípico
Moyle: Eh pá, isso é mau. Que aconteceu?
W: Não faço a mínima. Só soube que tinha sido internado.
Moyle: Bem, deve ter caído do cavalo. Espero que não seja grave!
12/18/2009
Democracia Para Lamentar
12/15/2009
Manifesto do PCF (Partido Campesino do Facebook)
11/30/2009
11/25/2009
Arma(gedão)
Já não é a primeira vez que se diz aqui e repete-se. Qual é a função de um padre? Não é providenciar que as almas se juntem ao Criador? Então, onde está a incoerência de um padre andar a fazer uns biscates que permitam acelerar todo o processo?
Este senhor sacerdote ama tanto a Deus, mas ama tanto, tanto, mas mesmo tanto, que mal pode esperar para lhe enviar fardos e fardos de almas novas para lhe fazerem companhia. É que não se pode acusar este representante de quem gosta de servir o senhor de joelhos de egoísmo, tentando agradar ao patrão. Muito pelo contrário pois, ao mesmo tempo que passa uma graxazinha nas sandálias do CEO divino, está a providenciar quanto ao futuro eterno de muitas alminhas. É que quem chega cedo ao espectáculo tem direito às filas da frente. Meus lindos, é assim a vida. E a morte também. E a vida depois da morte idem.
11/23/2009
Crime Dizem Eles

11/18/2009
Impecável Músculo Cardíaco
Até porque parece que não se ouve nada mais nos dias que correm, além do refrão «que perfeito coração», o Moyle acha tal repetição até à náusea extremamente ofensiva à memória do guarda-redes Robert Enke, que se autossuicidou a ele próprio há poucos dias. É que se a filha dele tivesse tido, lá está, um perfeito coração, todo o seu drama tinha sido evitado.
11/17/2009
Puerilidades
Os Putos - Carlos do Carmo
Meninos do Huambo - Paulo de Carvalho
The Kids Are Alright - The Who
Menino D'Oiro - José Afonso
Children of the Korn - Korn
Isto além de outras de que eu sei que vós, nas vossas infinitas complacência e sabedoria, se lembrarão. Tais como:
Kids In America - Kim Wilde
When The Children Cry - White Lion
Coro de Stº Amaro de Oeiras
Children Of The Grave - Black Sabbath
Sweet Child Of Mine - Guns And Roses
Strange Kind Of Love - Peter Murphy
Children Of A Worthless God - Exodus
Dangerous But Worth The Risk - Ratt
It Sounds Like Love (but it looks like sex) - Zeromancer
Jack In The Crack - Revolting Cocks
Devil Cock - Revolting Cocks
Spit Or Swallow - KMFDM
Los Ninos Del Parque - KMFDM
All Children Go To Heaven - Retractor
All Victims Go To Heaven - Retractor (Sombra Um)
Kids - MGMT
Kids - Robbie Williams e Kylie Minogue (joãozinho)
Another Brick In The Wall (13)
Sugar Baby Love - The Rubettes
At Seventeen - Janis Ian (Teté).
Sois umas jóias.
11/13/2009
11/12/2009
Conflito de Gerações. Uma perspectiva zeugmática
Há muitas coisas ligeiras e engraçadas sobre as quais deveria falar. Mas não me apetece.
Vou antes divagar (até porque não há motivos para ter pressa) sobre uma problemática extremamente traumática, cuja temática não apenas a gramática, mas também a matemática, uma postura antidogmática e toda a filosofia da Ática, poderão esclarecer.
Vivemos numa sociedade apática, burocrática na sua organização, dependente de uma cultura cinemática de divinização mediática da mediocridade. A ameaça autocrática está aí, à espreita em cada medida antidemocrática que a acrobática legislativa faz aprovar. Na assembleia, policromática na forma, mas acromática no conteúdo, catedrática e cerimoniática na imagem que transmite, o poder exerce-se de forma errática e, valham- nos todos os deuses, fleumática, sobre uma população asnática, de propensão dogmática e com uma preferência sintomática pela ostentação asiática de uma pseudoelite com uma atitude forçadamente dramática e apenas aparentemente diplomática. O topo desta hierarquia marasmática é ocupado não pelo primeiro cidadão, garantia sistemática da liberdade democrática, mas por uma múmia hierática, conivente com a desconstrução tecnocrática, levada a cabo pela camarilha socrática. A política é, por isso, uma actividade iniciática, encapotadamente aristocrática, que se esforça por criar uma aura simpática e empática, para com a mole, bovina e acromática na sua capacidade de escolha.
Esta é a realidade esquemática do nosso tempo, o zeitgeist para usar uma expressão idiomática, da pátria hanseática. Não é uma mera afirmação melodramática. É uma posição pragmática, que realça a mesquinhez estática que nos rodeia. Aqui no extremo da península eurasiática, desminta-o quem puder, vigora a lei selvática, situação paradigmática de uma gente reumática e neuropática.
Sem qualquer agenda programática nem nenhuma intenção enigmática o Moyle o diz. Apenas em tom de constatação opiniática. Talvez tudo isto que se observa não seja uma coisa negativa afinal, talvez seja meramente uma questão idiossincrática ou, quem sabe, psicossomática. Talvez seja da condição climática. Talvez excesso, talvez falta, de ligação informática. Possivelmente a portugalidade será demasiado beática, embora felizmente não teocrática. Talvez a visão portuguesa do mundo seja naturalmente psicopática. Talvez esta seja uma ideia simpática. Mas o Moyle não vai nisso. A verdade axiomática é que a falta de autoconfiança dos portugueses é automática, daí a sua dependência de qualquer figura vagamente carismática, de teatralidade operática e pronúncia enfática, mesmo que de qualquer treta, desde que pareça magistrática.
No entanto, nada disto interessa para o que nos trouxe aqui hoje. O problema é o conflito de gerações. Esse cancro que corrói o tecido social e a solidariedade pessoal. Já reparam que grande parte dos dantescos conflitos entre gerações poderia ser resolvida se os da geração anterior deixassem de usar a irritante expressão: “Ainda tu não eras nascido e já eu…”?
Mas que raio de conversa é esta? Isso é que é um cometimento homérico ter feito qualquer coisa antes de mim por ter nascido antes! No shit Sherlock! Enfim, o ressentimento que provoca nas gerações mais novas é tão grande que, menos de 10 anos depois de o ouvirem elas, as ouviremos repetir esta linha de raciocínio brilhante.
Qualquer dia vemos a putalhada da 1ª classe (agora é primeiro ano do ensino básico), a dizer para os da creche (agora já deve haver pré-escolas e coisas assim): - Quando tu nasceste já eu comia cereais de chocolate com leite!, e a multidão de comedores de Cerelac espantar-se-á em uníssono: - OHHHHH, de chocolate! Mais ridículo será ouvir um velhote de 90 anos a dizer a um de 80: - Quando tu nasceste, já eu comia broa com azeitonas ao almoço! Sabem lá estes cachopos o que era a vida!
Portanto, vejam lá se se deixam destas merdas porque este flagelo horrível, que nos consome enquanto sociedade, tem que terminar.







