1/29/2010

Admirável Mundo Novo II

A pedido de uma quantidade absurda de famílias completas, o Moyle supre uma lacuna. Está bem, foi só a Ipsis que falou nisso.


1/21/2010

Allegro Ma Non Troppo

A situação política do PSD presta-se a um conjunto de piadolas que nem as regras do decoro e do bom-senso impedirão o Moyle de partilhar convosco.


Piadola Lilly Icós
Ao passo que 500 mil portugueses têm problemas d'erecção, o PSD tem problemas na direcção.

Piadola Elefante Branco
Por convocar um Congresso do PSD, pode-se dizer sem medo de represálias judiciais que Santana Lopes é um putativo candidato à liderança.

Piadola Aristocrática
Como ainda não é barão no partido, o Pedro já pode ir mudando o nome para Passos Perdidos.

Piadola Hieroglífica
Pede-se sangue novo na direcção do PSD, mas toda a gente sabe que é a secção egípcia do Museu Nacional de Arqueologia que manda no partido.


Quando houver mais eu faço questão de vos dizer. Se entretanto souberem alguma(s) digam.

1/17/2010

Parkinson Tectónico III ou Epilepsia de Placas

Terramoto Criança - MÃAAAAAAAAAAAE! Posso ir brincar lá para fora?
Terramoto Mãe - ai(de)ti!



Há povos que são naturalmente antipáticos e os iranianos são desses povos. Não podem ver os outros terem alguma coisa que também querem logo para eles. Invejosos!

1/15/2010

Parkinson Tectónico II ou Epilepsia de Placas

E depois admiram-se e lamentam-se de serem o país mais pobre do hemisfério ocidental. Ora, rai's ma partam se eu percebo como é que com tanta coisa para fazer num país tão pobre e atrasado, os haitianos passem o dia, dezenas de milhares deles, deitados pelo chão da capital do país, em qualquer lado, a refastelar-se num doce fazer nenhum [equivalência portuguesa do dolce far niente], como se tudo na vida aparecesse feito.
Mesmo assim, o que torna tudo ainda mais incompreensível, para mim pelo menos, uma dúvida martela o cérebro do Moyle. Que diabo de estratégia é que os gajos arranjaram para conseguir, de um dia para outro, diminuir o número de pobres em cerca de cem mil? É que, note-se bem, foi mesmo de um dia para o outro. Não houve tempo de planeamentos, industrialização, mesmo a descoberta de minas de diamantes ou de jazidas de petróleo demoraria mais tempo a fazer efeito. Como é isto possível? É que foi mesmo do tipo: ontem eram 8 milhões e 100 mil pobres e hoje são 8 milhões de pobres. Podia dizer que tinha sido vodoo, mas isso era estúpido. A única explicação lógica e razoável só pode estar na qualidade dos políticos deles, o que me leva a crer que aquilo que precisávamos mesmo, em Portugal, era de um terramoto... político, claro.
Não sou um grande entendido em arquitectura mas o estilo neocascalho que se usa no Haiti não é mesmo nada a minha onda. É que, c'um catano, ao pé daqueles prédios até os projectos assinados pelo engenheiro Pinto de Sousa [pruridos profissionais têm-me levado a tentar não macular muito o filósofo grego] parecem bastante robustos e começo já a vislumbrar neles um quê de algum charme muito particular, reforçando-se aqui, precisamente, a vertente do "muito particular".

1/14/2010

Parkinson Tectónico

O Haiti é what's happening nestes dias. Parece que por lá vai um reboliço do caraças.
Com a súbita abundância de matéria-prima, a indústria vodoo [esta é que é a grafia para uma pronúncia correcta da palavra] de produção de zombies em massa promete uma expansão fulgurante. Além disso, a meia dúzia de deputados que sobrou de uma qualquer festa de arromba que por lá aconteceu está numa disputa animadíssima para decidirem se mudam o hino nacional para o «Levantou poeira» da Ivete Sangalo, ou o «Shake it. Let's drop!», dos Metro Station.
Aqui em Portugal, enfim, a pasmaceira do costume.

1/12/2010

Paulo Bento, o Condestável


Ao que o Moyle apurou, é muito provável que Paulo Bento venha a ser beatificado, dentro do mesmo estilo do Santo Condestável. Assim, dentro de dias, meses ou mesmo séculos, poderemos ter um novo santo no nosso venerável país, tão dado à adoração beata de qualquer personalidade que se destaque na luta contra qualquer mal.
A pergunta que se coloca, obviamente, é: o que fez Paulo Bento para merecer esta beatificação? A resposta é óbvia, nada de especial, por isso mesmo é que dissemos que seria dentro do mesmo estilo de Nun’Alvares. Mas podemos mesmo colocar Paulo uns furos acima do Condestável, apesar de este ter enviado vários castelhanos para o purgatório, a verdade é que Paulo Bento conseguiu enviar muitos mais, inclusivamente sem passarem pelo ponto intermédio. Ora se repararmos nestes quatro anos, Paulo Bento tentou, quase com repleto êxito, enviar para o inferno qualquer invasor vindo da ex-Jugoslávia. Voltando para ocidente, recambiou também argentinos com nacionalidade italiana duvidosa. Inclusivamente os brasileiros, povo irmão, só os reconheceu se estivessem naturalizados. Depois o que fez durante o seu legado? Protegeu os portugueses, incluindo aqueles que falham golos de baliza aberta e aqueles que deixam passar os avançados como quando a faca corta manteiga no Verão. Já nos últimos tempos, Bento conseguiu ainda denegrir a imagem dos espanhóis em Portugal, quando já se fala em união ibérica, Paulo mostrou o que valem os espanhóis, quando trouxe, amarrado por arames e o lançou às feras um tal de Angulo.
Parece-nos óbvio o maravilhoso desempenho de Paulo Bento, que inclusivamente, enviou para o Inferno cerca de 3 milhões de Portugueses que o seguiam e que quase entregaram a notáveis, vips e companhia o único clube que se diz “de Portugal”. Perante este cenário, restam duas alternativas a Paulo Bento: ou aceitar a beatificação e pousar as armas; ou, por outro lado, recarregar e ocupar o lugar de líder do PNR, ou mesmo uma espécie de Goebbels do PNR, para tal, bastará apostar no penteado e, talvez, num bigodinho, mas pelo menos manter o penteado serve!

PS: Finalmente, mais um contribuição de O Forte. Bem aparecido seja, xotôr!


1/06/2010

On your knees...


Disciplina de voto? O chefe de bancada mantém a disciplina de voto!

PS: De cada vez que aparecer o Francisco Assis a falar já sei que só vou ouvir o Master and Servant dos Depeche Mode [mas cantado pela voz fofinha dos Nouvelle Vague].

1/04/2010

Spam Hípico

W: O Zé Pedro dos Xutos foi hospitalizado!
Moyle: Eh pá, isso é mau. Que aconteceu?
W: Não faço a mínima. Só soube que tinha sido internado.
Moyle: Bem, deve ter caído do cavalo. Espero que não seja grave!

Se qualquer dúvida eventual ainda restasse, topava-se logo que o spam é despejado nas caixas do correio independentemente do destinatário. Duas semanitas sem ir verificar o mail e encontro logo largas dezenas de anúncios a Viagra, Cialis e outros fármacos do género. Na MINHA caixa do correio. MINHA! Isto compreende-se? Enfim, paneleirices do spam...


12/18/2009

Democracia Para Lamentar


Para ela, ele é palhaço. Para ele, ela vende-se [como é que se chama àquela profissão em que as pessoas se vendem? Bem, deve ser do adiantado da hora, não me lembra]. Para o Moyle, são os dois idiotas.

12/15/2009

Manifesto do PCF (Partido Campesino do Facebook)


Chegou ao conhecimento do Moyle a existência de uma aplicação no facebook, ou caralivro em português, em que os utilizadores têm que gerir uma exploração agrícola, ma quintarola, uma horta, seja lá o que for.
A piada fácil estaria em dizer que é preciso ser-se lavrador para usar o facebook. Ou ainda, que a única lavoura que os betinhos do CDS-PP viram na vida foi nesta rede social. Mas, como sabeis, o Moyle não é dado a esse palavrório fácil e pouco estimulante. Ou que o ministro Jaime Silva foi substituído na pasta da Agricultura por António Serrano porque andou a enfiar fundos do ProDeR em placas gráficas em memórias ram. Há questões muito sérias que rodeiam este facto é são essas que se passa escrutinar.
O Moyle soube que há muita gente que tem as suas explorações agrícolas ao abandono. São obviamente burgueses terratenentes, que vivem na opulência asiática de rendimentos gerados por actividades em sectores improdutivos da economia, resultantes da exploração capitalista do proletariado. Não se trata sequer da exploração do Homem pelo Homem mas da exploração do Homem pelos vampiros, essas sanguessugas digitais, que parasitam os dedos teclantes exangues das classes trabalhadoras, roubando a comida da mesa das crianças do operariado virtual.
Estes monstros sanguinários, que roubam o pão da boca das crianças e chupam o sangue de velhos e novos, homens e mulheres, até estes caírem para o lado de exaustão, não se preocupam, não querem saber. Desde que o seu estilo de vida, quais obesos nababos, se mantenha e continue a escalar a inauditos níveis de vergonhosa ostentação e infame desperdício, as massas de proletários rurais que não têm acesso à terra virtual passam fome de entretenimento, vendo-se obrigado a suportar aplicações de miséria enquanto aqueles porcos capitalistas deixam as suas terras ao abandono.
Em nome dos sem terra de todas as redes sociais: «A TERRA VIRTUAL A QUEM A TRABALHA!».
Levantemo-nos como um e teclemos em uníssono: ARMAS VIRTUAIS AO POVO, BOMBAS À BURGUESIA! Perante este governo de fantoches, manipulado pela mão invisível da corrupta e putrefacta burguesia online, que nos oprime, que nos impede o justo login à terra virtual, ergamo-nos como um e façamos a revolução informática. Estilhacemos o servidor burguês e germinemos a verdadeira democracia, o poder do povo, pelo povo e para o povo! Abaixo a liberdade burguesa, viva a igualdade camponesa!
Quando dominarmos o governo do servidor-Estado, iniciaremos um verdadeiro processo revolucionário. Confiscaremos todas as propriedades abandonadas de todos os perfis do facebook e colectivizá-las-emos. Esmagaremos a reacção dos users exploradores, ocupando-lhes as terras e despindo-os de todos os privilégios de administradores de perfil. Faremos da Reforma Agrária um instrumento de justiça online. Daremos a esses cães opressivos o mesmo tratamento a que têm votado os pés-descalços das redes sociais. Falamos daqueles que com meia dúzia de hectares conseguem produzir riqueza virtual. A esses as infinitas pradarias abandonadas da internet!
Camaradas, para fazermos a Reforma Agrária, para ocuparmos e colectivizarmos as terras incultas de todo o facebook, não é preciso termos nos nossos perfis avatares com calças à boca-de-sino, colarinhos até aos mamilos, patilhas até ao pescoço, nem bigodes a crescer ao lado dos lábios. Basta unirmo-nos e reclamar o que deve ser nosso por direito: a Terra! A terra não é de quem a abandona mês após mês e a vota ao desprezo quando os desamparados das redes sociais não têm terra que chegue.
Por isso o Moyle decidiu fundar um partido. Não um partido qualquer. Um partido revolucionário que reponha a justiça no mundo virtual das redes sociais. Um partido que lute em defesa dos direitos dos sem-terra, ou daqueles que se vêem obrigados a sobreviver com míseras hortas quando enormes extensões de terreno permanecem abandonas e desaproveitadas. O Moyle funda, aqui e agora, o glorioso PCF - Partido Campesino do Facebook!
A quem a trabalha, a Terra virtual!

11/25/2009

Arma(gedão)

O Moyle, muito honestamente, não compreende para quê tanto burburinho em redor de um padre de uma paróquia de Trás-os-Montes que traficava armas.
Já não é a primeira vez que se diz aqui e repete-se. Qual é a função de um padre? Não é providenciar que as almas se juntem ao Criador? Então, onde está a incoerência de um padre andar a fazer uns biscates que permitam acelerar todo o processo?
Este senhor sacerdote ama tanto a Deus, mas ama tanto, tanto, mas mesmo tanto, que mal pode esperar para lhe enviar fardos e fardos de almas novas para lhe fazerem companhia. É que não se pode acusar este representante de quem gosta de servir o senhor de joelhos de egoísmo, tentando agradar ao patrão. Muito pelo contrário pois, ao mesmo tempo que passa uma graxazinha nas sandálias do CEO divino, está a providenciar quanto ao futuro eterno de muitas alminhas. É que quem chega cedo ao espectáculo tem direito às filas da frente. Meus lindos, é assim a vida. E a morte também. E a vida depois da morte idem.

11/23/2009

11/18/2009

Impecável Músculo Cardíaco

Até porque parece que não se ouve nada mais nos dias que correm, além do refrão «que perfeito coração», o Moyle acha tal repetição até à náusea extremamente ofensiva à memória do guarda-redes Robert Enke, que se autossuicidou a ele próprio há poucos dias. É que se a filha dele tivesse tido, lá está, um perfeito coração, todo o seu drama tinha sido evitado.

Um Leão Por Dia? Nem Sabe O Bem Que Lhe Faria!

O gajo careca da Quercus é que não deverá achar muita graça à ideia.

11/17/2009

Puerilidades

Esta semana, na TSF, quem escolhe a playlist que passa das 13h às 14h é o Paulo Pedroso. Até aqui tudo bem. No entanto, não foi sem alguma surpresa, que o Moyle constatou que o vereador de Almada não escolheu alguns dos seguintes temas:

Os Putos - Carlos do Carmo
Meninos do Huambo - Paulo de Carvalho
The Kids Are Alright - The Who
Menino D'Oiro - José Afonso
Children of the Korn - Korn

Isto além de outras de que eu sei que vós, nas vossas infinitas complacência e sabedoria, se lembrarão. Tais como:

Kids In America - Kim Wilde
When The Children Cry - White Lion
Coro de Stº Amaro de Oeiras
Children Of The Grave - Black Sabbath
Sweet Child Of Mine - Guns And Roses
Strange Kind Of Love - Peter Murphy
Children Of A Worthless God - Exodus
Dangerous But Worth The Risk - Ratt
It Sounds Like Love (but it looks like sex) - Zeromancer
Jack In The Crack - Revolting Cocks
Devil Cock - Revolting Cocks
Spit Or Swallow - KMFDM
Los Ninos Del Parque - KMFDM
All Children Go To Heaven - Retractor
All Victims Go To Heaven - Retractor (Sombra Um)
Kids - MGMT
Kids - Robbie Williams e Kylie Minogue (joãozinho)
Another Brick In The Wall (13)
Sugar Baby Love - The Rubettes
At Seventeen - Janis Ian (Teté).

Sois umas jóias.



11/12/2009

Conflito de Gerações. Uma perspectiva zeugmática

Há muitas coisas ligeiras e engraçadas sobre as quais deveria falar. Mas não me apetece.

Vou antes divagar (até porque não há motivos para ter pressa) sobre uma problemática extremamente traumática, cuja temática não apenas a gramática, mas também a matemática, uma postura antidogmática e toda a filosofia da Ática, poderão esclarecer.

Vivemos numa sociedade apática, burocrática na sua organização, dependente de uma cultura cinemática de divinização mediática da mediocridade. A ameaça autocrática está aí, à espreita em cada medida antidemocrática que a acrobática legislativa faz aprovar. Na assembleia, policromática na forma, mas acromática no conteúdo, catedrática e cerimoniática na imagem que transmite, o poder exerce-se de forma errática e, valham- nos todos os deuses, fleumática, sobre uma população asnática, de propensão dogmática e com uma preferência sintomática pela ostentação asiática de uma pseudoelite com uma atitude forçadamente dramática e apenas aparentemente diplomática. O topo desta hierarquia marasmática é ocupado não pelo primeiro cidadão, garantia sistemática da liberdade democrática, mas por uma múmia hierática, conivente com a desconstrução tecnocrática, levada a cabo pela camarilha socrática. A política é, por isso, uma actividade iniciática, encapotadamente aristocrática, que se esforça por criar uma aura simpática e empática, para com a mole, bovina e acromática na sua capacidade de escolha.

Esta é a realidade esquemática do nosso tempo, o zeitgeist para usar uma expressão idiomática, da pátria hanseática. Não é uma mera afirmação melodramática. É uma posição pragmática, que realça a mesquinhez estática que nos rodeia. Aqui no extremo da península eurasiática, desminta-o quem puder, vigora a lei selvática, situação paradigmática de uma gente reumática e neuropática.

Sem qualquer agenda programática nem nenhuma intenção enigmática o Moyle o diz. Apenas em tom de constatação opiniática. Talvez tudo isto que se observa não seja uma coisa negativa afinal, talvez seja meramente uma questão idiossincrática ou, quem sabe, psicossomática. Talvez seja da condição climática. Talvez excesso, talvez falta, de ligação informática. Possivelmente a portugalidade será demasiado beática, embora felizmente não teocrática. Talvez a visão portuguesa do mundo seja naturalmente psicopática. Talvez esta seja uma ideia simpática. Mas o Moyle não vai nisso. A verdade axiomática é que a falta de autoconfiança dos portugueses é automática, daí a sua dependência de qualquer figura vagamente carismática, de teatralidade operática e pronúncia enfática, mesmo que de qualquer treta, desde que pareça magistrática.

No entanto, nada disto interessa para o que nos trouxe aqui hoje. O problema é o conflito de gerações. Esse cancro que corrói o tecido social e a solidariedade pessoal. Já reparam que grande parte dos dantescos conflitos entre gerações poderia ser resolvida se os da geração anterior deixassem de usar a irritante expressão: “Ainda tu não eras nascido e já eu…”?

Mas que raio de conversa é esta? Isso é que é um cometimento homérico ter feito qualquer coisa antes de mim por ter nascido antes! No shit Sherlock! Enfim, o ressentimento que provoca nas gerações mais novas é tão grande que, menos de 10 anos depois de o ouvirem elas, as ouviremos repetir esta linha de raciocínio brilhante.

Qualquer dia vemos a putalhada da 1ª classe (agora é primeiro ano do ensino básico), a dizer para os da creche (agora já deve haver pré-escolas e coisas assim): - Quando tu nasceste já eu comia cereais de chocolate com leite!, e a multidão de comedores de Cerelac espantar-se-á em uníssono: - OHHHHH, de chocolate! Mais ridículo será ouvir um velhote de 90 anos a dizer a um de 80: - Quando tu nasceste, já eu comia broa com azeitonas ao almoço! Sabem lá estes cachopos o que era a vida!

Portanto, vejam lá se se deixam destas merdas porque este flagelo horrível, que nos consome enquanto sociedade, tem que terminar.