Divirtam-se enquando o Moyle vai ver se o Berardo tem lá mesmo o tal "minicaixotinho" de que falavam os felídeos malcheirosos.Os autores abdicam de todas as responsabilidades sobre os conteúdos presentes neste blog... Porque não passam de tretas, por muito que desejem e achem o contrário. Não abdicamos, contudo, de todos e quaisquer direitos sobre esses mesmos conteúdos que se encontram protegidos pelas Leis de Protecção da Propriedade Intelectual em vigor (excepto na China e na Madeira). Assinado: O Alto, O Forte e o Moyle
2/27/2009
Quem Quer Ser Moylionário III
Divirtam-se enquando o Moyle vai ver se o Berardo tem lá mesmo o tal "minicaixotinho" de que falavam os felídeos malcheirosos.2/25/2009
Auto-estrada Cor-de-Rosa
O líder parlamentar do PPD/PSD, Paulo Rangel, acusou hoje o Governo de José Sócrates de estar a praticar uma política da “auto-estrada cor-de-rosa” . Várias cavalas saltam desta notícia, às quais passamos agora a tirar as espinhas.A primeira é a necessidade de reescrever todos os manuais e obras de Ciência Política para incluir esta nova variação.
A segunda é o aspecto gráfico que esta afirmação terá, se nos pusermos a extrapolar mentalmente sobre como seria uma auto-estrada em tons rosa. Será rosa choque? Fuchsia?
A terceira é o facto de ambos os intervenientes não parecerem saber muito bem onde vai dar a estrada em que se encontram, pelo que andam à boleia uns dos outros.
A quarta reside no facto de, sendo hoje 4ª feira de Cinzas, estaria na altura de despirem as máscaras de Carnaval. São medonhas.
A quinta prende-se com as profissionais da mais velha profissão do mundo. Se as estradas fossem cor-de-rosa, ganharia a sua profissão em glamour ou perderiam elas em contraste com a paisagem? [parto do princípio que as "meninas" vestem de cor-de-rosa, como nos filmes]
A sexta é a mais óbvia de todas. Será que tem tudo que ir dar ao cor-de-rosa? Esta gente não conhece mais nenhuma cor?
Prevenção de Sexo Público
Vemos aqui, numa foto exclusiva, o Grupo de Operações Especiais (GOE) mobilizado para a missão de apreensão do perigoso material.2/23/2009
Desafio
Consiste o dito em «Dizer 9 coisas aleatórias a nosso respeito, sendo que 6 são verdades e 3 são mentiras. Quem o prosseguir deverá referir as 3 mentiras que supõe ter detectado no blogue pelo qual foi desafiado.»
Aquelas que achei não corresponderem com a Teté foram:
5ª - Concorri a um concurso televisivo, mas fui eliminada nas provas preliminares;
6ª - Participei num desfile de moda, como modelo;
8ª - Li os dois volumes de "O Capital", de Karl Marx;
Das próximas… olhem, se estiverem para aí virados, adivinhem as mentiras:
a) Desatei a rir na sala de cinema a ver a "Paixão de Cristo";
b) Li o "Código da Vinci" num dia
c) Pedi uma providência cautelar contra a Liliana Santos por assédio;
d) Fui arguido por agredir uma pessoa que não conhecia;
e) Evito ver «A Alma e a Gente» porque me excito;
f) Faço uma bolonhesa de lamber os beiços;
g) Não deixo ninguém senão eu passar a minha roupa a ferro;
h) Perdi o TGV Londres/Paris por me esquecer da data e sem ter dinheiro para novo bilhete;
i) Sempre que posso estrago uma conversa com uma piada estúpida;
Os desafios são um bocado como a Manuela Ferreira Leite. Quem tiver coragem que lhes deite a mão. Se o quiserem...
2/19/2009
2/16/2009
2/13/2009
2/09/2009
10 Perguntas a J.C.
Depois de dois encontros com J.C, o primeiro a solicitação do Moyle e o último dos quais fortuitamente no cinema, tendo ficado marcada na altura uma outra conversa mais extensa, aqui vos trazemos o resultado da entrevista que o Moyle fez à “luz do mundo”.
O Alto, o Forte e o Moyle (AFM) – Bem-vindo sejais e, desde já, o nosso imorredouro penhor de gratidão pela suprema bênção da Vossa excelsa presença.
Jesus Cristo (JC) – Eh lá! Tanto salamaleque! O melhor é optarmos por um tratamento à base da 2ª pessoa do singular. Tenho notado que assim se quebra o gelo, com essa informalidade. Afinal, somos todos Homens aqui. Eu só tenho é um bocadinho mais de experiência.
AFM – Pois muito bem, então. Assim seja! Ou melhor, ámen!
JC – HAHAHAHAHAH. Ámen! HAHAHA. Muito boa mesmo. Estiveram bem! Eheh. Ámen…
AFM – É daquelas coisas que não se evitam. Saiu e correu bem. Bom, mas vamos lá, então, à primeira questão. Usaste a expressão “salamaleque” que, como se sabe, é uma corruptela portuguesa de سلام عليكم «As-Salāmu `Alaykum», a fórmula de cumprimento árabe. Que opinião sobre o Islão e Maomé?
JC – Eu me valha! Vocês entram logo a matar. Vejamos. O Maomé era uma pessoa que se podia considerar, com toda a propriedade e sem exageros, um autêntico bacano. Costumávamos passar horas aterrados nas dunas, a “escavaçar umas brocas” de um rico pólen de Marrocos, que ele arranjava, e a ver passar os camelos. Foram bons tempos, esses. Mas, a partir de certa altura, a cena começou a subir-lhe à mioleira e ele perdeu um bocado a congruência. Já dizia que falava com anjos, punha-se a falar de filosofias que ninguém percebia. Enfim, todo “endrominadinho” da tola. Mas que tinha um jeitão para a poesia, isso sempre teve.
AFM – Negas, então, o Islão como a última mensagem de teu pai à Humanidade?
JC – O meu pai fazia bancos e barrotes de madeira. Na altura era eu que lhe ia aviar os recados, porque o meu velhote era muito caseirinho. Qual mandar mensagens ao Maomé! Quando eu me dava com o Maomé já o meu pai tinha deixado de fazer ripas e estava a “fazer tijolo”.
AFM – Então como é se explica toda a história de seres filho de Deus, o próprio Todo-Poderoso?
JC – Isso é um mal-entendido enorme. Quando entrevistaram o Todo-Poderoso ele disse-vos que a única coisa que não conseguia fazer era ter filhos, se bem me recordo.
AFM – Mas, acompanhas o Moyle?
JC – Claro que acompanho, desde a primeira entrada no blog e, deixem-me dizer-vos, às vezes têm os vossos momentos.
AFM – Estamos muito agradecidos pelas simpáticas palavras. Fazemos o que podemos e esse elogio, vindo de quem vem, significa muito para nós.
JC – Mas voltando ao que dizia. O meu pai era um homem honesto e trabalhador. Sempre foi o meu modelo, um deus para mim. Talvez venha daí essa questão de eu ser filho de Deus. As pessoas quando não têm mais que fazer põem-se a inventar estas coisas, que depois ganham uma proporção desmesurada, e chega a uma altura em que toda a gente acredita mesmo nelas.
AFM – Essa informação vai ser uma surpresa desagradável para muita gente.
JC – A culpa não é minha. Há dois mil anos que as pessoas orientam a sua vida de acordo com não sei bem o quê que eu terei, eventualmente, dito. Como passava a maior parte do tempo com a moca, nem sequer sei o que é que eu disse, ou deixei de dizer, que pudesse ser levado assim tão a sério. Enfim.
AFM – Mas, não sendo filho de Deus, como é que andas por cá há tantos séculos?
JC – Há já uns tempos largos orientei uma ervazinha da boa ao Todo Poderoso. Com a idade já começa a sentir uma certa rigidez nas articulações e fumar ajuda-O muito com as dores. Ele gostou tanto dela que me deu os poderes que tem. É um privilégio muito grande. Só o papagaio dele é que também teve direito a essa dádiva.
AFM – Já falaste em “pólen” e agora em “erva”. Deduzimos que sejas consumidor. Qual é a tua opinião em relação às drogas?
JC – Acho que a minha posição relativamente a esse assunto é bastante óbvia. Eu acho é que as pessoas prestam pouca atenção ao que se passa à sua volta. Passo a explicar. Quando Karl Marx, citando Hegel, afirma que a religião é o ópio do Povo estava a falar precisamente da minha utilização de estupefacientes. Isto embora eu nunca tenha pretendido dar início a nenhum movimento político ou religioso. Meia dúzia de cabeças ocas que viviam ali na Palestina é que viraram-se para aí e escreveram livros e inventaram milagres e coisas assim. Muito “chamon” na cabeça, isso sim.
AFM – Mudando de assunto, se te tivesses dedicado à política em que quadrante ideológico te integrarias?
JC – Quando era novo tinha umas opiniões e tal, que os tais totós foram deturpando e rescrevendo conforme aqueles cerebrozinhos mirrados iam permitindo. Claro que só podia ser socialista. Mas atenção que estou a falar de socialista a sério, não é o que aqui há em Portugal. Acho que até os mais revisionistas ficariam embaraçados por este “socialismo”.
AFM – Consideras-te, então um socialista?
JC – Nunca ouviram dizer que fui o primeiro socialista? Fui eu que inventei o socialismo. É claro que um gajo com o meu aspecto, de cabelo grande, barba por fazer de uma semana, com estas roupas largas, não era a imagem que os publicitários da política procuravam. Quem é que eles foram buscar? Um filósofo oitocentista alemão, com umas barbas enormes, repletas de imponência, mesmo para dar aquela imagem de dedicação à sabedoria, de abnegação, de rigor e sobriedade, vincados naquele aspecto austero. É mais fácil confiar num tipo assim. As pessoas relacionam-se mais com esse tipo de imagem num gajo para criar uma ideologia, estão a perceber?
AFM – Sim, claro. Só nunca te imaginámos como um gajo de esquerda radical.
JC – É como eu costumo dizer: Armas ao Povo e Bombas à Burguesia! Acho que, muito aforisticamente, resume tudo aquilo que eu acho.
AFM – Então o que achas do PS português?
JC – Se vamos entrar em ofensas não vale a pena continuarmos. Eu disse que era o pai do socialismo mas não disse que tinha um filho mongolóide. Sinceramente, se chamam a isso socialismo, prefiro ser conhecido como o criador daqueles saquinhos para recolher as amostras de escape que os cães largam no passeio.
AFM – As nossas mais sinceras desculpas porque não imaginávamos que fosse tão ofensivo considerar socialista o PS português.
JC – Desculpem-me antes a mim. A minha reacção é que foi despropositada. Já aqui ando há tempo suficiente para saber como é que as coisas funcionam em Portugal. Mesmo por isso aceitem um conselho meu, assinem a “Acção Socialista”. Abre mais portas que as células fotoeléctricas.
AFM – Muito agradecidos. Nunca tínhamos pensado nisso dessa forma. Imprensa por imprensa, preferimos o Metro e, para sabermos o que acha o Governo, vemos as notícias na RTP. Mas eram-nos alheias essas vantagens. Para finalizar, uma questão possivelmente delicada.
JC – Chutem! Não há-de ser mais complicada que as anteriores [risos].
AFM – Como é que vês esta questão dos professores e da educação?
JC – Realmente é uma questão complexa mas a minha posição é tão simples que vai parecer um ovo de Colombo.
AFM – AH AH AH! O ovo... Ah ahah ahah. Impagável!
JC – Estão a ver? Não são só vocês que arrancam boas piadas.[largo sorriso] Agora mais a sério. Vou ter que dar razão ao Governo nesta questão. Imagino que seja uma posição polémica mas é aquela em que acredito sinceramente. Algo vai mesmo muito mal no sistema de ensino português. Se estes idiotas estão no Governo, e não me refiro apenas ao caso da Educação especificamente, foi porque completaram uma formação académica. E isso leva à minha questão. Como foi possível estes imbecis concluírem um qualquer percurso escolar se não apresentam qualquer competência? A responsabilidade aqui só pode ser assacada aos professores, por tolerarem este tipo de mediocridade. Como é óbvio, agora têm o que merecem por não terem cumprido bem o seu papel. E é apenas natural que, num assomo de consciência, os membros do Governo não queiram que se repita esta tragédia de estar no Governo de um país quem não é minimamente capaz de exercer essas exigentes funções, quem não tem a cultura e a desenvoltura intelectual suficientes para tão pesado fardo.
AFM – Sem querer parecer uns bovinos acéfalos que anuem a tudo o que lhes dão a pastar, devemos reconhecer que é uma perspectiva extremamente acutilante, perspicaz e arguta de toda esta situação. Na realidade, não nos lembramos de alguém a ter ainda posto nesses termos, o que nos faz valorizar, ainda mais se possível, este extraordinário momento de conversa. O nosso muito sincero agradecimento pela disponibilidade e pela frontalidade posta em todas as questões que colocámos, mesmo as mais embaraçosas.
JC – Ora essa, não foi embaraço nenhum e sou eu que tenho que agradecer o vosso convite. Já há uns tempos que andava com vontade de ser aqui entrevistado. Não acharam que terem-me encontrado no cinema foi coincidência, pois não? Eh eh.
2/06/2009
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