Os autores abdicam de todas as responsabilidades sobre os conteúdos presentes neste blog... Porque não passam de tretas, por muito que desejem e achem o contrário. Não abdicamos, contudo, de todos e quaisquer direitos sobre esses mesmos conteúdos que se encontram protegidos pelas Leis de Protecção da Propriedade Intelectual em vigor (excepto na China e na Madeira). Assinado: O Alto, O Forte e o Moyle
1/23/2009
Passividade Activa
Diagnóstico: Ruptura nas Sinapses
Sem ruptura, decididamente, não vamos lá.1/22/2009
Enologia Cristã
1/20/2009
Descubras as Diferenças (se conseguir)

1/18/2009
Alvenaria Rítmica
Sair à Noite e Emigração
1/16/2009
Saudades de Salazar? I

Subscritores que, movidos de compaixão, concordam com a solução apontada neste post e que, por isso mesmo, têm o céu reservado:
1/13/2009
Farmacopeia Metálica
Eis uma abordagem diferente da metaloterapia [levada a um patamar completamente novo e surpreendente pelos resultados comprovados no tratamento e na eliminação da dor], põe de parte todas as tretas homeopáticas, convencionais, acupuncturas e alinhamento dos shakras e Sistema Nacional de Saúde e merdices esotéricas quejandas.
As pomadas Wenzel – na medida em que a empresa Wenzel existe mesmo espera-se que descubram este post apenas no caso de pretenderem agraciar o Moyle com uma atençãozinha pela publicidade à pala. Se fosse para processos judiciais, teso e cobarde como é, a retratação pública, mesmo que humilhante, seria o seguimento lógico– são um caso de sucesso com a totalidade dos casos resolvidos e sem qualquer queixa até ao momento.
O Moyle, a cada dia que passa, quase que consegue surpreender-se com a sua genialidade. Há-de ser transcendente ser-se ele!
1/11/2009
Quem Quer Ser Moylionário I

1/08/2009
The Truth That Lies Within
Y – Mais preconceituoso que isso é difícil.
X – Também não exageremos. Só não gosto deles.
Y – Conheces algum?
X – Não.
Y – Então de onde vem essa antipatia?
X – Sei lá porquê. Acho-os mesquinhos, oportunistas e falsos. Não sou obrigado a gostar de toda a gente.
Y – Sim, mas ao escolheres um grupo inteiro estás a generalizar e isso tem um nome. Nem te apercebes mas isso é racismo puro.
Moyle – [que entretanto se mete na conversa] É lá agora racismo. Os chineses nem são pretos!
1/07/2009
Blocky, the Counter-Revolution Dragon Slayer

De facto, após aturadas pesquisas que não chegaram a tomar lugar, o Moyle encontrou uma imagem de propaganda em que um trotskista mata uma serpe da contra-revolução burguesa.
É possível que vocês estejam a magicar com os vossos botões: «Mas como é que este gajo sabe estas merdas que não interessam a ninguém?» A resposta é simples, embora o Moyle não a conheça. O que é certo é que ao transpormos uma visão alargada do conceito trotskista de “Revolução Permanente” para a realidade portuguesa ficamos com a imagem acima.
Ao oferecer um bailout às instituições bancárias portuguesas, representadas pela cartola de banqueiro que a serpe Sócrates ostenta, o governo PS assumiu-se como a Contra-Revolução (pelo menos é o que parece estar escrito em cirílico naquela lagartice verde) e incorre na ira revolucionária dos proletários portugueses que, como sabemos, estão sempre dispostos a vir para as ruas e a derramar o seu sangue explorado em defesa da causa operária e dos direitos dos trabalhadores.
Se ao menos o Barreirinhas fosse vivo… bem, se calhar não. Como o Barreirinhas era tu cá tu lá com o José Estalinhos ainda mandava enfiar uma picareta na mona do Louçã e era capaz de ser aborrecido.
1/06/2009
National Gaygraphic
Não bastavam os golfinhos do Amazonas; os grilos americanos com eritrismo; os porcos; os flamingos, com aquelas pernas que parecem palhas de beber leite com chocolate ou “Um Bongo”, os camarões …
Os atrasados mentais do WWF (World Wild Fund) descobriram nas florestas do sudeste asiático, mais propriamente na bacia do Mekong, mais um bicharoco cor-de-rosa. A imagem que o Moyle vos apresenta aqui é uma das raras fotos da “Desmoxytes purpurosea”, uma centopeia abichanada.

A mais recente novidade foi descrita por um antipasta qualquer, de uma universidade italiana, e consiste numa iguana, igualmente cor-de-rosa, que vive nas Galápagos. É inacreditável, um dinossauro cor-de-rosa. Já não se pode confiar em nada, nem na outrora, aparentemente, sábia mãe natureza.

O Moyle já tinha ouvido falar do lobby gay mas uma centopeia e uma iguana rosa choque já começa a ser um bocadinho ridículo. Mas estes gajos não podiam andar a estudar os hábitos alimentares dos Super Dragões, ou qualquer coisa do género, em vez de andar a brincar aos apanhadores de bicharocos?
Já só falta a Ilga [vejam que nome a associação das bate-chapas e dos abafadores de palhinhas escolheu. Ilga não faz lembrar uma lésbica feia como um ornitorrinco e igualmente desproporcionada, vestida de homem, com óculos de massa, que anda atrás de boazonas o dia todo e vai para casa sozinha polir a unha do indicador enquanto se corrói por dentro com sentimento de culpa? Não faz lembrar também um travesti velho e já deprimente cuja pintura já não disfarça a barba e as rugas e com as penas e lantejoulas já sem brilho de tanto uso? Esta gente tem uma criatividade enorme. Bem, por alguma razão eles estão em contacto com “o seu lado mais sensível”.] vir reclamar que a homossexualidade não sei o quê e que o rosa não sei quantas e mais paneleirices – apropriado, não? – do género.
Aposto que pintaram os bichos com spray, ou coisa do género, só para terem razão e tentarem fazer passar a ideia de que a natureza é rabicha. É que já ninguém os pode ouvir, parecem sportinguistas quando ainda não perderam o campeonato em Fevereiro...
P.S. – Este foi o post mais homofóbico de sempre do Moyle, mas fica o penhor de fazer ainda melhor que isto.
1/04/2009
Anádromo, Leitmotiv Relacional
As questões que se colocam aqui são as seguintes: - Como pode uma coisa tão feia saber tão bem? e, Mas que raio tem isto a ver com as relações, anunciadas no título? Não se preocupem, o Moyle explica.
As pessoas são naturalmente cruéis e uma das coisas que fazem é desfazer naquelas que, em termos estéticos, estão no patamar de uma lampreia. Outras, paternalistas, não desfazem nas lampreias deste mundo mas têm pena delas, o que vai dar no mesmo. Eis, então, o busílis da questão. Não devemos ser demasiado rápidos a julgar os outros. Mesmo uma lampreia dá um prato delicioso, pretendendo-se com isto dizer que, até provarem uma “lampreia”, não sabem verdadeiramente.
In your faces Machado Vaz e gajo da Quercus que tem uma cabeça que parece uma glande.
1/03/2009
Anádromo: Ensaio Sobre a Vida Sexual da Vida Selvagem

12/23/2008
Gastronomia de Ponta II
Seguindo a mesma orientação de valorização da tradição portuguesa, adaptando-a, no entanto, aos novos tempos e novos nichos de mercado, pegou-se no clássico da cozinha portuguesa e deu-se-lhe uma voltinha Sadomasoquista.
Eis, então, sem mais demoras, O Livro de PontaCruel.
Até 2009, se não for antes.12/19/2008
Física Sublime
Em termos leigos é precisamente o que acontece ao feijão depois de o ingerirmos.
12/15/2008
Para Lá do Arco-Íris II
12/12/2008
Soldadinho de Calhau
Quando o serviço militar era obrigatório, caíam lá todos – excepto os amigos de médicos, políticos, militares etc. – o que significa que muito atraso de vida ia passar uma temporada ao quartel. Como estes atrasos de vida não eram propriamente de raciocínio rápido nem de reflexos agudos, atrapalhavam-se todos nos momentos de obedecer às ordens de “Direita” e “Esquerda”, fundamentais nos exercícios militares. Foi então desenvolvida uma estratégia, já bastante antiga, que consistia em obrigar os “recos” a usar uma pedra num dos bolsos, normalmente o direito, para criar um reflexo condicionado. Assim, passado pouco tempo, os “magalas” obedeciam às ordens sem enganos pois associavam-nas ao peso que tinham num dos bolsos.
O que é isto tem a ver com José Sócrates? perguntam vocês. E o Moyle responde. Como nunca foi à tropa, nem nunca teve que andar com uma pedra num bolso, hoje, o nosso PM, não sabe distinguir a esquerda da direita em termos políticos.
E ainda dizem que a tropa não serve para nada. Uma autêntica escola de vida, é o que é…
12/11/2008
Mãe Coragem e os seus 120 Mil Filhos
O primeiro terá como título 3. Será a história de 3 guerreiros, liderados pela heroína Maria Leónidas Rodrigues, que combatem ferozmente contra uma horda de 120.000 bárbaros, sanguinários impiedosos, que ameaçam destruir violentamente a civilização livre, tal como a conhecemos.
O segundo filme, intitulado Heartless, tem como enredo central a luta de uma figura heróica - Maria Braveheart Rodrigues - contra a tirania de um bando opressivo, que se recusa cobardemente a aceitar a sublime opinião da heroína, tentando impor antes a sua visão.
Finalmente, continuando no registo épico, como se impõe quando o tema central é o heroísmo, temos Gladiator. A história de uma pacata guerreira -Maria Gladiador Rodrigues - que sempre combateu pela defesa incondicional da diminuição da despesa pública e do insucesso escolar contra os docentes, inimigos mortais da escola pública e que, de um momento para o outro, se viu atirada pelos seus a milhares de leões que a querem comer viva.
Como está bom de ver, o cinema português não caminha para os Óscares mas teremos a consolação de que as estatuetas, desta vez, vão ser um bocadinho portuguesas.
