Afinal parece que Carolina Salgado não abortou. E o Moyle que tinha aqui uma piada tão boa sobre as vantagens de haver no mundo menos um filho da... mas assim não vale a pena dizê-la.
Os autores abdicam de todas as responsabilidades sobre os conteúdos presentes neste blog... Porque não passam de tretas, por muito que desejem e achem o contrário. Não abdicamos, contudo, de todos e quaisquer direitos sobre esses mesmos conteúdos que se encontram protegidos pelas Leis de Protecção da Propriedade Intelectual em vigor (excepto na China e na Madeira). Assinado: O Alto, O Forte e o Moyle
6/10/2008
Coerência em 18 rodas
Um empresário do ramo dos transportes foi definitivamente paralisado hoje pela paralisação dos camionistas.
Isto ensina-nos uma valiosa lição sobre preconceitos. Os camionistas afinal não são labregos pançudos que gostam de ir às putas. São trabalhadores convictos e coerentes e que levam às últimas consequências as suas acções.
6/09/2008
As Chávez do Totalitarismo
Hugo Chavéz proibiu a transmissão dos Simpsons na Venezuela sob o argumento de que violava uma catrefada de leis e estabelecia maus exemplos para juventude venezuelana.
Que o homem era parvo já todos sabíamos, mas o que está a escapar à maioria dos observadores, que viu esta notícia como uma mera curiosidade decorrente da neurose do presidente daquele país sul-americano, é que por detrás desta simples proibição está uma agenda totalitarista.
Como chegou o Moyle a esta conclusão? Ora bem, o tempo de antena ocupado pelos Simpsons vai ser atribuído à série, também americana, Baywatch.
Este pormenor, aparentemente despiciendo, esconde os objectivos chavistas. Todos acusam Chavéz de pretensões ditatoriais, de praticar uma democracia demasiado “musculada”, de ter tentações de intervenção militar nos países vizinhos, mas nenhum tem provas concretas da sua tendência totalitária.. Ninguém a não ser o Moyle.
Uma das características de todos os regimes totalitários e das ditaduras com projectos totalitarizantes é o incentivo da natalidade. Por questões ideológicas: - “Somos os melhores temos que ser muitos”. Por razões económicas: - “Quantos mais formos mais produzimos, mais consumimos e tornamo-nos mais fortes economicamente”. Por razões militares: - “São precisos soldados para alimentar os programas expansionistas”.
Que o homem era parvo já todos sabíamos, mas o que está a escapar à maioria dos observadores, que viu esta notícia como uma mera curiosidade decorrente da neurose do presidente daquele país sul-americano, é que por detrás desta simples proibição está uma agenda totalitarista.
Como chegou o Moyle a esta conclusão? Ora bem, o tempo de antena ocupado pelos Simpsons vai ser atribuído à série, também americana, Baywatch.
Este pormenor, aparentemente despiciendo, esconde os objectivos chavistas. Todos acusam Chavéz de pretensões ditatoriais, de praticar uma democracia demasiado “musculada”, de ter tentações de intervenção militar nos países vizinhos, mas nenhum tem provas concretas da sua tendência totalitária.. Ninguém a não ser o Moyle.
Uma das características de todos os regimes totalitários e das ditaduras com projectos totalitarizantes é o incentivo da natalidade. Por questões ideológicas: - “Somos os melhores temos que ser muitos”. Por razões económicas: - “Quantos mais formos mais produzimos, mais consumimos e tornamo-nos mais fortes economicamente”. Por razões militares: - “São precisos soldados para alimentar os programas expansionistas”.
A substituição dos inócuos, em termos de erecção, - embora o Moyle já tenha ouvido falar em tusas derivadas destes desenhos animados - Simpsons, por um mais entusiasmante Baywatch é um passo premeditado e bem orquestrado para fazer erguer os níveis de “entusiasmo” no país e, com isso, sustentar com braços armados potenciais o império regional sul-americano com que Chávez sonha para a sua Venezuela mas é, por enquanto, a desgraça dos azulejos da sua casa de banho.
6/05/2008
Ex-voto de Pesar
O Moyle tem uma simpatia muito especial pelo CDS-PP e seus membros, como será possível constatar por alguns dos posts espalhados por este espaço de cultura virtual, e quer, por isso, e apesar do atraso, associar-se ao voto de pesar pela morte do Cónego Melo.
Parece ter surgido alguma polémica mas o Moyle tem de admitir que não percebe porquê, na medida em que esse ícone da luta pela liberdade em Portugal representa, na perfeição, uma concepção muito própria de democracia para o partido mais conservador do espectro político português.
Portanto, e aproveitando a onda dos “Obrigados” públicos a quem acaba a carreira, o Moyle quer aqui dizer um muito sonoro:
Parece ter surgido alguma polémica mas o Moyle tem de admitir que não percebe porquê, na medida em que esse ícone da luta pela liberdade em Portugal representa, na perfeição, uma concepção muito própria de democracia para o partido mais conservador do espectro político português.
Portanto, e aproveitando a onda dos “Obrigados” públicos a quem acaba a carreira, o Moyle quer aqui dizer um muito sonoro:
OBRIGADO CÓNEGO MELO!
6/01/2008
2 Anos de Moyle
No dia 31 de Maio celebrou-se a entrada no ano 2 D.M. (Depois de Moyle) e, por isso mesmo, impõem-se algumas curtas palavras para assinalar tão insigne acontecimento. A palavra mais curta a que o Moyle teve acesso (aquela de que se lembrou, bem entendido) foi "Ul".
Preocupado com os números galopantes da diabetes e do alcoolismo em Portugal e tendo em consideração a situação deprimente aqui da terreola, optou-se pela não realização de qualquer celebração. Evita-se assim o bolo, o champagne e fazer uma festa e, tempo de luto.
Quanto a eventuais prendas que queiram, e muito bem, oferecer, qualquer 1/2 litro de s/chumbo 95 vinham mesmo a calhar mas o Moyle também compreende se não receber nenhuma porque isto não está para loucuras.
Finalmente, e isto apenas porque também se encontra em maré de festejos, o Moyle quer endereçar os parabéns ao Engenheiro (tanto faz se é ou não é) José Sócrates pela grande vitória nas eleições do PPD/PSD no passado dia 30 de Maio.
Quaisquer "parabéns", "felicidades" ou "quero ter um filho teu" ficam bem na caixa de comentários. Não se coíbam.
5/18/2008
National Moylographic
Tem muita piada as pessoas derreterem-se a ver os documentários sobre a vida selvagem e dizerem que as águias-reais são muito lindas, que os ursos pardos são majestosos e coisas que tal.
Ora, isso é que é uma admiração do caraças! Então se os bichos só comem salmão, estavam à espera que tivessem um aspecto rançoso? Mas alguém com aspecto rançoso come lá salmão?!
Ora, isso é que é uma admiração do caraças! Então se os bichos só comem salmão, estavam à espera que tivessem um aspecto rançoso? Mas alguém com aspecto rançoso come lá salmão?!
5/14/2008
Ajoelha-te e Ri
«O reitor do Santuário de Fátima diz que as famílias estão a ser alvo da "invasão da mentira". No editorial do jornal ‘A Voz da Fátima’, monsenhor Luciano Guerra afirma que "as intervenções públicas não passam de mentiras para tapar buracos".»
O senhor Luciano tem toda a razão quando refere isto mas o Moyle quer lembrar-lhe, na remotíssima hipóteses de ele aqui botar aquele olho com 385 dioptrias, de que nem tudo é mau, pois há por aí pessoal com uma imaginação e um sentido de humor brilhantes.
O senhor Luciano tem toda a razão quando refere isto mas o Moyle quer lembrar-lhe, na remotíssima hipóteses de ele aqui botar aquele olho com 385 dioptrias, de que nem tudo é mau, pois há por aí pessoal com uma imaginação e um sentido de humor brilhantes.
É mesmo de bradar aos céus.
5/13/2008
A Ida e a Volta
Isto de andar com um terço no porta-luvas dá um jeitão do caraças. Há uns dias fui à Cova d'Iria, para ver se via uma Nossa Senhora mas quando lá cheguei vi logo que, afinal, tinha ido à Senhora da Asneira.
Assim como assim, aproveitei para rezar um rosariozito pela salvação dos pescadores.
Assim como assim, aproveitei para rezar um rosariozito pela salvação dos pescadores.
5/12/2008
Colóquio dos Simples
No passado dia 3 de Maio de 2008 realizou-se, também em Portugal, uma marcha pela legalização da Marijuana. Ora, o Moyle, por um segundo apenas, viu imanar da Humanidade uma ténue luz de esperança, reflexo de um gesto de bondade. Afinal era a primeira vez que o Mundo se unia para manifestar a sua posição quanto à imigração, nomeadamente exigindo a legalização dos imigrantes ilegais.Ora bem, tal não passou de uma luz pífia e de uma credulidade abjecta aqui do Moyle – o que até nem faz nada o seu estilo em termos de postura perante a Humanidade – pois a Marijuana não se tratava de uma qualquer imigrante ilegal provinda da América do Sul.
Só depois de prestar atenção ao que realmente se passava o Moyle percebeu que a manifestação era para se tornar legal o direito de fumar ervas aromáticas e, entre elas, a Marijuana.
Mas continua a haver algo que provoca no Moyle uma sensação de prurido na parte de trás do umbigo. Mas por que raio de razão se há-de pedir autorização – e ainda por cima fazer manifestações para tal – para fumar ervas aromáticas? Mas alguém me pode proibir de ir pela borda da estrada e apanhar um raminho de orégãos e esfumaçá-los todos? E se for subtrair à minha avó o alecrim benzido do Domingo de Ramos para esse efeito, alguém tem alguma coisa que ver com isso? Parece-me que não. Isto, afinal de contas, não passa tudo de uma mistificação pois, se é legal pôr as folhas de louro na comida, por que não haveria eu de as poder fumar? Onde está isso previsto na lei? Não está, claro que não está…
Está-me cá a parecer que, mais uma vez, estamos perante uma campanha, muito mal amanhada, de divulgação de predutes estrangeiros em detrimento da belíssima – e de qualidade – produção nacional. Que tem a Marijuana a mais que o rosmaninho? Nada, imagina o Moyle. Portanto, antes que saia daqui uma nova Depuralina, não será melhor deixarmo-nos estar com a produção nacional, de comprovada qualidade?
5/09/2008
Traduttore, Non Traditore II
Não há muito tempo o Moyle levantou aqui a questão das pessoas certas para os lugares, quando se referiu àquela porca gorda para fazer o papel de Porca Gorda.
Para não correr o risco de ter tropeçado numa mera coincidência e, com isso, ver diminuído o seu mérito intelectual, apresenta aqui, em primeira mão, um novo conjunto de personagens que seriam perfeitas para algumas peças.
«Quem faz uma panela faz o testo para ela!», reza a sabedoria popular. Vejamos, então, alguns desses testos:
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Para não correr o risco de ter tropeçado numa mera coincidência e, com isso, ver diminuído o seu mérito intelectual, apresenta aqui, em primeira mão, um novo conjunto de personagens que seriam perfeitas para algumas peças.
«Quem faz uma panela faz o testo para ela!», reza a sabedoria popular. Vejamos, então, alguns desses testos:
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5/07/2008
Aborto Ortográfico
Ao passar na rua, o Moyle ouviu uma velhota dizer «Framácia» e, sobrepondo-se à sensação de estranheza inicial, foi envolvido por uma sensação de angústia e de sincera preocupação por uma velha estar mais informada do que o Moyle. Afinal, o Moyle carrega aos ombros o doce fardo das suas legiões de leitores, que habituou a, legitimamente, exigirem sempre o melhor.
As negociações estão concluídas (ou quase) e o Acordo Ortográfico vai mesmo avançar. A língua portuguesa, sobretudo escrita, vai sofrer alterações que não podem ser menosprezadas. Estatisticamente, julga-se que 16 em cada 1000 palavras do português europeu vão ser alteradas, uma taxa de mudança muito superior à do português falado por outras populações lusófonas. Isto significa que em Portugal apenas os monges da Cartuxa de Évora, a população indígena da Madeira, dos Açores e 97% da população da Damaia e do Bairro do Cerco no Porto não serão afectados (os 3% que faltam são os polícias).
O Moyle poderia levantar aqui a seguinte questão: “Se os portugueses inventaram a língua, a divulgaram e é em algumas regiões de Portugal que se fala o que é considerado o padrão linguístico português, porque raio hão os portugueses de mudar mais palavras no léxico do que os outros falantes de português?” Mas o Moyle não fará tal pergunta porque poderia ser confrontado com respostas do tipo: “Porque os brasileiros são ignorantes e estúpidos!” e o Moyle não admite tais iniquidades e injustiças preconceituosas.
Passemos então ao que interessa e ver alguns exemplos de mudanças na linguagem a que o Moyle teve acesso, directamente do caixote do lixo do maiores filólogos portugueses.
§ Húmido passa a Úmido
§ Facto passa a Fato
§ Óptimo passa a Ótimo
§ Exacto passa a Exato
§ Baptismo passa a Batismo
§ Cancro passa a Cancâro
§ Farmácia passa a Framácia
§ Programa passa a Pograma
§ Treze passa a Treuze
§ Aliás passa a Áliás
§ Eucalipto passa a Encaliptre
§ Colesterol passa a Castrol®
§ Ideólogo passa a Idiota
As negociações estão concluídas (ou quase) e o Acordo Ortográfico vai mesmo avançar. A língua portuguesa, sobretudo escrita, vai sofrer alterações que não podem ser menosprezadas. Estatisticamente, julga-se que 16 em cada 1000 palavras do português europeu vão ser alteradas, uma taxa de mudança muito superior à do português falado por outras populações lusófonas. Isto significa que em Portugal apenas os monges da Cartuxa de Évora, a população indígena da Madeira, dos Açores e 97% da população da Damaia e do Bairro do Cerco no Porto não serão afectados (os 3% que faltam são os polícias).
O Moyle poderia levantar aqui a seguinte questão: “Se os portugueses inventaram a língua, a divulgaram e é em algumas regiões de Portugal que se fala o que é considerado o padrão linguístico português, porque raio hão os portugueses de mudar mais palavras no léxico do que os outros falantes de português?” Mas o Moyle não fará tal pergunta porque poderia ser confrontado com respostas do tipo: “Porque os brasileiros são ignorantes e estúpidos!” e o Moyle não admite tais iniquidades e injustiças preconceituosas.
Passemos então ao que interessa e ver alguns exemplos de mudanças na linguagem a que o Moyle teve acesso, directamente do caixote do lixo do maiores filólogos portugueses.
§ Húmido passa a Úmido
§ Facto passa a Fato
§ Óptimo passa a Ótimo
§ Exacto passa a Exato
§ Baptismo passa a Batismo
§ Cancro passa a Cancâro
§ Farmácia passa a Framácia
§ Programa passa a Pograma
§ Treze passa a Treuze
§ Aliás passa a Áliás
§ Eucalipto passa a Encaliptre
§ Colesterol passa a Castrol®
§ Ideólogo passa a Idiota
§ Obrigado passa a Obrigados
Isto entre muitos outros exemplos de que se escusa a transcrição para não causar fastio aos milhares de milhões de leitores desta nova Sagrada Escritura que é o Moyle - e que têm causado séria apreensão em mui iluminadas figuras da nossa azinhaga (dizer aqui "praça" era abusar de uma parolice reservada aos comentadores profissionais).
Resta ao Moyle desejar uma pirâmide do Egito pelo reto acima aos idiotas que pogramaram este aborto.
5/06/2008
As Searas da Ira II
A escalada de preços do arroz só tem dois culpados e nenhum deles inclui os grupos financeiros que especulam com bens alimentares.
A culpa é dos chineses e dos japoneses por andarem a fazer aguardente de arroz em vez de o comerem. Já viram a aguardente que é necessária para mais de 1 bilião e 500 milhões de pessoas? Isto mesmo que cada um beba um décimo do que bebe, em média, um português.O outro culpado são os velhos, e homens de meia-idade portugueses, que insistem em querer arroz doce – porque faz lembrar a saudosa infância – quando já toda a gente enjoou dessa porcaria.
A culpa é dos chineses e dos japoneses por andarem a fazer aguardente de arroz em vez de o comerem. Já viram a aguardente que é necessária para mais de 1 bilião e 500 milhões de pessoas? Isto mesmo que cada um beba um décimo do que bebe, em média, um português.O outro culpado são os velhos, e homens de meia-idade portugueses, que insistem em querer arroz doce – porque faz lembrar a saudosa infância – quando já toda a gente enjoou dessa porcaria.
(E já nem se fala nas batatas para o Vodka, milho para a Tequilla e Whisky, etc. Qualquer dia não se pode beber nada. E andam todos preocupados com a alimentação. Cambada de inconscientes!)
5/04/2008
As Searas da Ira I
Ou esta gente anda toda a fumar alecrim benzido no “Domingo de Ramos” ou o Moyle é o único neste planeta com uma noção da realidade.
Fome, racionamento, inflação – e o cortejo que a segue de menor poder de compra, maior custo de vida, meses mais compridos e salários mais curtos – é o que preocupa as pessoas, enche jornais, ocupa os telejornais, pulula nas rádios, infesta a Internet, por causa do aumento dos cereais.
Mas será que ninguém se lembra do preço a que ficará a cerveja se a escalada de preços atingir a cevada também?
Fome, racionamento, inflação – e o cortejo que a segue de menor poder de compra, maior custo de vida, meses mais compridos e salários mais curtos – é o que preocupa as pessoas, enche jornais, ocupa os telejornais, pulula nas rádios, infesta a Internet, por causa do aumento dos cereais.
Mas será que ninguém se lembra do preço a que ficará a cerveja se a escalada de preços atingir a cevada também?
5/02/2008
Condecorações da Moylarquia
Quando, há dois posts atrás, o Moyle se referiu a uma condecoração da "Ordem de Santa Quitéria com a Chave no bolso" as sua legiões de ávidos leitores abanaram a cabeça em reprovação e pensaram, de si para consigo:
- «Este gajo joga com um baralho de 50 cartas!»
Porém, apesar da justeza do raciocínio, ninguém sabia que o Moyle se preparava para anunciar a sua proposta de reforma das condecorações da República Portuguesa, de maneira a que estas respondam às exigências de um futuro muito próximo. E que futuro é esse?
Ora bem, sabei já e em primeira mão - roam-se Reuters, France Presse e Amigo do Povo - que quando a Revolução Moyle conhecer a luz do dia um novo Portugal nascerá e, com ele, a Moylarquia Lusitana e, por isso, como novo regime que se preze, a primeira coisa a pensar é nas condecorações a distribuir por quem calha - mas nada de rebaldarias como o cenourinha em S. Bento.
Contemplai, vós de pouca fé, a medalha de mérito da:
«ORDEM DE SANTA QUITÉRIA COM A CHAVE NO BOLSO»
5/01/2008
Falsas Identidades Falsas
A SIC noticiou há uns tempos o caso de um cidadão de Setúbal que foi renovar o BI e trouxe metade do Bilhete de Identidade correcto e a outra metade com os dados de alguém que dá pelo nome de Gisela Francisco.
Porque carga de água foi este acontecimento uma notícia? Alguém pode explicar ao Moyle? Horário nobre por um gajo que agora se chama Gisela Francisco? Que tem isto de estranho? Mais estranho do que um erro administrativo é o caso daqueloutro cidadão que à noite se chama Catherine Deneuve. Não é estranho mudar de identidade só à noite? Dá assim um toque de Dr. Jekill, mas em louro aos caracóis.
E notícias sobre isto? Népias…
Porque carga de água foi este acontecimento uma notícia? Alguém pode explicar ao Moyle? Horário nobre por um gajo que agora se chama Gisela Francisco? Que tem isto de estranho? Mais estranho do que um erro administrativo é o caso daqueloutro cidadão que à noite se chama Catherine Deneuve. Não é estranho mudar de identidade só à noite? Dá assim um toque de Dr. Jekill, mas em louro aos caracóis.
E notícias sobre isto? Népias…
4/24/2008
United Colours of Moyleton
Ao ler este post da Teté surgiu ao Moyle uma dúvida extremamente pertinente e mesmo decisiva para o bem-estar intelectual de toda a humanidade portuguesa.
Se Portugal, durante o Estado Novo, era um país cinzento como todos descrevem, como raio é que se distinguiam as revistas cor-de-rosa nas bancas de jornais?
4/23/2008
Etimologia para Totós
O prefixo de origem latina Pro quer dizer, genericamente, “Para a Frente”, certo? Certo!
Por essa ordem de ideias, um Profeta é aquele cujos olhos vêem à frente, certo? Certo!
O prefixo de origem latina Retro quer dizer, genericamente, “Para Trás”, certo? Certo!
Então, aqueles que vêem as coisas com o olho atrás são os Retretas, certo? Certo!
Conclusão 1 - Quem disse que a Etimologia era uma coisa enfadonha?
Por essa ordem de ideias, um Profeta é aquele cujos olhos vêem à frente, certo? Certo!
O prefixo de origem latina Retro quer dizer, genericamente, “Para Trás”, certo? Certo!
Então, aqueles que vêem as coisas com o olho atrás são os Retretas, certo? Certo!
Conclusão 1 - Quem disse que a Etimologia era uma coisa enfadonha?
Conclusão 2 - Se nos lembrarmos que vamos à retreta usar o olho atrás verificamos que este post é uma constatação do óbvio.
4/21/2008
HoMEOssexuais
4/18/2008
Serviço Público
Que o Moyle fornece, desinteressadamente saliente-se, um serviço público já todos sabíamos porém, de qualquer maneira, é sempre agradável que esse mesmo serviço à comunidade seja reconhecido.
Adenda. Bem melhor que qualquer medalha da ordem de "Santa Quitéria com a Chave no Bolso", ou lá como é que se chamam as condecorações da República.
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