E ainda dizem que é difícil traduzir e que perde-se sempre muito na adaptação e é complexo e exige mais orçamento e tal e coisa. Se não querem trabalhar dêem o lugar a quem queira.Chupistas.
Os autores abdicam de todas as responsabilidades sobre os conteúdos presentes neste blog... Porque não passam de tretas, por muito que desejem e achem o contrário. Não abdicamos, contudo, de todos e quaisquer direitos sobre esses mesmos conteúdos que se encontram protegidos pelas Leis de Protecção da Propriedade Intelectual em vigor (excepto na China e na Madeira). Assinado: O Alto, O Forte e o Moyle
Eis um caso que nunca enganou o Moyle. Como é que alguém com aquela idade poderia estar grávido? A Ciência faz milagres mas neste caso estaríamos perante Ficção Científica.
A primeira reacção à exuberância estomacal de Vieira por parte do Moyle foi:
Um dos mais sérios candidatos a uma gravidez masculina em Portugal foi uma desilusão. Sabe-se, agora, que Paulo Bento não “dá à luz” a putalhada que vai chamando à “equipa principal” da lagartagem [o Moyle não consegue evitar um sorriso quando escreve isto].
Primeiro o Moyle pensou:
Desde um certo de determinado episódio que uma pastelaria lisboeta trabalha 24/7 produzindo bolo-rei que o Presidente da República ingere compulsivamente, recriando milhares e milhares de vezes o momento fatídico.
Durante a campanha eleitoral que daria a maioria absoluta ao PS, o seu Secretário-Geral viu levantarem-se, sobre si, alguns boatos relativos à sua orientação sexual, considerando, o Moyle, infames e caluniosas quaisquer sugestões desse teor em relação a tão vigoroso Infante da República Portuguesa.
Luís Filipe Menezes provocou a cólera dos históricos do PP/PSD e da Associação Nacional de Produtores de Citrinos por ter mudado a cor do partido de laranja para azul-bebé. Um azul assim… desmaiado, e não se fala mais nisso. Como nos outros casos que o Moyle descreve, também neste a gravidez não passou de rumor infundado.
O Moyle conhece um fanático pela história da Catarina Eufémia e, ao debater esta suposta gravidez, foi a ela que inevitavelmente aquele comparou a barriga de Paulo Portas. Esta insistência tornou-se tão cansativa que o Moyle viu-se forçado a tomar uma atitude e a exclamar:
Mais uma vez, um fait divers (por favor não ler como fight divers) aberrante espalhou o caos à mesa de jantar das famílias portuguesas e, pior que isso, às mesas de sueca nas tabernas, tascas e mesas de jardim de todo o país.
Na esteira do serviço público que tem vindo a prestar há já uns anos (não chega a 2 mais precisamente. Mas, atenção, se falássemos em meses dava muito mais nas vistas, portanto não comecem com coisas.), o Moyle vem, mais uma vez, oferecer aqui ao seu público leitor (sim, são vocês bonitões/onas), e mesmo aos outros (já não bonitões/onas mas sim uns desengonçados a roçar o tipo "Goblin de Moria"), um título e o formato para um livro dedicado exclusivamente à culinária afrodisíaca: O LIVRO DE PONTAGRUEL. Dá-se, assim, seguimento ao que de melhor a cultura gastronómica tradicional produziu, adaptando-se aos "Ventos da História" e aos "Sinais dos Tempos", "Zeitgeist" para quem é versado em literatura cazaque.
O Vaticano prepara-se para introduzir algumas alterações na liturgia, nomeadamente no momento eucarístico [para aqueles que, como o Moyle, não vão à missa, é a parte da comunhão que muda].
Apesar dos milhões de páginas que têm sido escritas ao longo dos últimos dois milénios sobre a morte de um carpinteiro da Galileia ainda não se chegou a uma conclusão segura sobre de quem foi a responsabilidade e quais foram os motivos que levaram à execução do pobre.

Em 2005, em «Brokeback Moutain», a personagem aprecia um merecido cigarro depois de um dia inteiro a dar no duro.
No mesmo filme, vemo-lo a executar a “Manobra de Heimlich” no outro sheepboy da história, depois de este se ter engasgado com uma banana.
Logo no mesmo ano de 2005, apenas 2 semanas depois, sai o filme “Casanova” como uma tentativa de resgatar a imagem do actor do buraco em que se tinha metido. Apesar do filme ser sobre um “fodilhão” de malucas italianas no século XVIII, o estigma colou-se de forma indelével no actor. No cartaz do filme alude-se à preferência pela parte de trás da moça, munindo-a de uma carantonha masculina, numa indisfarçável alusão à fase “sheepboy”.
O cúmulo foi o triste ter sido obrigado a vestir sedas, cetins e rendas e andar a comparar tamanhos de espadas com outros homens durante todo o filme. Nota-se a cara de desespero pela figura que novamente tinha que fazer e meditando sobre as consequências advenientes.
Em 2006 nova tentativa de limpar a imagem do actor com "Candy", porém nem tudo resulta como esperado pois, embora o actor faça uma personagem apaixonada por uma miúda, esta acha-se agarrada ao cavalo. Novamente, quando tudo parecia ir dar certo, eis que o passado volta para assombrar o cada vez mais frágil equilíbrio emocional do actor.
Já de rastos, aceita participar em Batman (a estrear brevemente) pois vê na personagem de Joker a única saída possível para o seu desespero, pois tinha como antepassado na personagem o enorme Jack Nicholson, actor de prestígio e sem qualquer tipo de nódoa no currículo. Porém, a gota de água deu-se quando o actor deu conta que tinha que passar o filme com os lábios pintados.
Rei Feiticeiro de Angmar Polga