3/30/2008

3/29/2008

Gastronomia de Ponta

Na esteira do serviço público que tem vindo a prestar há já uns anos (não chega a 2 mais precisamente. Mas, atenção, se falássemos em meses dava muito mais nas vistas, portanto não comecem com coisas.), o Moyle vem, mais uma vez, oferecer aqui ao seu público leitor (sim, são vocês bonitões/onas), e mesmo aos outros (já não bonitões/onas mas sim uns desengonçados a roçar o tipo "Goblin de Moria"), um título e o formato para um livro dedicado exclusivamente à culinária afrodisíaca: O LIVRO DE PONTAGRUEL. Dá-se, assim, seguimento ao que de melhor a cultura gastronómica tradicional produziu, adaptando-se aos "Ventos da História" e aos "Sinais dos Tempos", "Zeitgeist" para quem é versado em literatura cazaque.
Aproveita-se, dentro do espírito da coisa, para dar os parabéns ao Arcebispo e agradecer-lhe a atenção de não ter dado ao livro o título de "Arcebispo de Cantuária: Cozinho para a Blogosfera", pois isso poderia dar origem a trocadilhos lamentáveis.

3/26/2008

Corpus Christi Cacauensis

O Vaticano prepara-se para introduzir algumas alterações na liturgia, nomeadamente no momento eucarístico [para aqueles que, como o Moyle, não vão à missa, é a parte da comunhão que muda].

A principal dessas alterações é o abandono da prática de depositar a hóstia nas mãos dos fiéis, durante a comunhão, sendo depois estes a levarem-na à boca. A partir de agora, os padres porão a hóstia directamente na língua dos fiéis.
Highly connnected, o Moyle foi directamente à subgerência da Igreja Católica recolher opiniões sobre esta mudança de filosofia na gestão do contacto com o público.

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S. Pedro (com quem o Moyle mantém contacto privilegiado) manifestou seu agrado por esta medida.
- “Do meu ponto de vista, esta medida tem, logo à partida, dois aspectos muito positivos para a Igreja Católica”.



- “E quais são?


- “O primeiro tem a ver com a moralização dos recursos humanos, que andam um pouco desmotivados e não têm tido a renovação necessária.
- “Podeis explicar?



- “Claro. Como todos bem sabem, a classe sacerdotal tem passado por alguns problemas na renovação de quadros, precisando de sangue novo. Agora, com esta medida, já estou a imaginar os padres, nos convívios, a dizerem: - «Pu-la na boca de 47 freguesas na última cerimónia!» Estão a ver, vai ser um fartote de rir com esta chalaça.


- “E o segundo aspecto?


- “Ora bem, aquela coisa branca que serve para escrever Parabéns e o nome do aniversariante nos bolos de aniversário, não me parece adequada para transubstanciar o corpo dO Chefe. Era fundamental trocar as hóstias por algo digno, que só se derretesse na boca e não nas mãos. Por isso concordo com a substituição da hóstia por M&Ms, o que vai ser possível se esta medida for em frente.
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A mais antiga instituição do mundo parece caminhar a passos largos para o futuro.

3/24/2008

Sumaríssimo Pascal

Apesar dos milhões de páginas que têm sido escritas ao longo dos últimos dois milénios sobre a morte de um carpinteiro da Galileia ainda não se chegou a uma conclusão segura sobre de quem foi a responsabilidade e quais foram os motivos que levaram à execução do pobre.

Ora, o Moyle, para não variar, tem a resposta para estas dúvidas milenares que atormentam a humanidade e que provocaram, ao longo dos séculos, uma mortezita ou outra.

O responsável pela morte de Jesus Cristo, além de qualquer dúvida, foi o Conselho Disciplinar da Liga, senão vejamos. O infeliz foi pronunciado, julgado e condenado no próprio dia, uma sexta-feira ao que parece. Parece muito óbvio que estamos na presença de um processo sumaríssimo. Quem instaura processos sumaríssimos? O Conselho Disciplinar da Liga. Já agora, não venham dizer que o Código de Processo Civil também prevê os sumaríssimos porque a lentidão de tudo o que se passa na Justiça desmente essa hipótese.
Varrida para debaixo do tapete a questão da responsabilidade sobre o porquê. Há um aspecto extremamente importante que tem sido descurado, ao longo de séculos de teorias que expliquem esta execução, que é o azar. Jesus Cristo foi morto por azar! Se o senhor se chamasse, por exemplo, Bruno de Jesus Alves Cristo não correria qualquer risco de se ver confrontado com um sumaríssimo, como lhe aconteceu. E porque razão não tinha Jesus Cristo os outros dois nomes? Por simples e mero azar.

O Dia Depois de Ontem







3/22/2008

Bom Senso e Bom Gosto

Da miúda que foi internada depois de ter sido atropelada por um taxista no Porto pode, neste momento, dizer-se, com toda a propriedade, que é uma MURCOMA.

Caça ao Coelho... da Páscoa

Estamos em plena época pascal e o Moyle não podia deixar este facto passar em claro. Como está bom de ver, alguns pontos há a esmiuçar sobre esta matéria.
A época da Quaresma (embora dure 40 dias litúrgicos na Cristandade em geral, no Porto já se vive na Quaresma há 4 anos) é um tempo de abstinência, sacrifício, introspecção, meditação e sofrimento interno (nalguns casos, de deficiência mental explícita, também externo). Apesar de toda a carga simbólica inerente, a quadra «pascalícia» corre o sério risco de se natalicizar (Duas palavras novas na mesma frase. O Moyle é um espectáculo).
Vem este intróito a propósito de quê? Ora bem, vem a propósito do excessivo protagonismo que o coelho – que por acaso até é um animalejo muito simpático, sobretudo numa caçarola – tem vindo a assumir nesta época.
Portugal não tem tradições suficientemente relevantes culturalmente que resistam à invasão deste leporídeos lagomorfos? O Moyle acha que sim. Se a Páscoa é uma época de profunda religiosidade, há que aproveitar as tradições religiosas portuguesas.
Apela-se, então, ao fim dos coelhinhos de chocolate que invadem as montras e ocupam o lugar dos bibelots sobre os naperons do mobiliário das salas portuguesas. A religiosidade portuguesa deve ser aproveitada comercialmente, em vez da importação de símbolos de outras culturas.
Em vez de coelhinhos, poder-se-iam vender crucifixos de massapão. E que tal Nossas Senhoras de açúcar?
Era bonito entrar numa confeitaria e ouvir o seguinte diálogo:
- Fáxavôr, é meia dúzia de pastorinhos recheados!
- Com creme de ovos ou licor?
- Com doce de morango!
Está na hora de vermos todos os santinhos em chocolate, daqueles bonecos ocos, embrulhados em “pratas” coloridas e, depois, podia fazer-se colecção de todo o hagiológio católico romano em “pratas” de chocolate. Não teria piada trocar as “pratas” como se fossem cromos? Claro que sim. Há que valorizar a cultura portuguesa contra a invasão de modernice culturais desajustadas do património cultural nacional e que descaracterizam a sociedade portuguesa.O Moyle declara, em vista de tão generalizada e unânime adesão dos seus leitores, aberta a época de caça ao coelho… da Páscoa.

3/18/2008

Sistema Nacional de Saúde

Todos os dias o Moyle ouve notícias sobre o Sistema Nacional de Saúde (SNS), porque não funciona, porque o serviço é mau, porque as pessoas não confiam nos médicos, porque os hospitais não transmitem uma imagem positiva.

Ora, tudo isto é rigorosamente verdade. Porém, ao contrário dos arautos da desgraça e vendedores da banha da cobra, o Moyle tem uma solução simples e rápida para mudar a forma como as pessoas olham para o SNS. Vejamos, então.

Que confiança no SNS inspira esta imagem, da digníssima Bastonária da Ordem dos Enfermeiros (bastonária porque parece que lhe desfizeram a fronha com um bastão, bem entendido)?
O Moyle responde por vocês. NENHUMA! Mas alguém quer ir ao hospital para sair de lá pior só por ter lá estado? Obviamente que não. Que soluções então?

Esta:


Como se pode constatar, uma pessoa que vá ao hospital com 7 costelas partidas, o pâncreas perfurado, o apêndice em putrefacção e pedras nos rins, arrisca-se a ficar curado antes mesmo de ter sido observado por um médico. É por estas razões que os Sistemas de Saúde funcionam melhor no estrangeiro.

Para quê complicar o que é simples? A recuperação da imagem do SNS aos olhos do público podia ter já sido conseguida há muito tempo se não fossem os burocratas que atafulham os corredores do poder.

3/13/2008

Caldeirada Serrana




O Moyle, tomando conhecimento pela imprensa deste acontecimento, decidiu elaborar esta proposta para o Instituto Português de Heráldica (I.P.H.) alterar o brasão da vila beirã de Góis.

3/10/2008

Heath Ledger e A Vértebra Deslocada

Morreu há uns tempos um dos protagonistas do filme «Brokeback Mountain» e a polícia não tem ainda a certeza da causa da morte, falando apenas da possibilidade de overdose de estupefacientes ou medicamentos.
Ora bem, o Moyle está em condições de adiantar que Heath Ledger morreu, muito simplesmente, de 3/8 de dose de melancolia, 3/5 de saudades e 50% de culpa/remorso. Fontes próximas do actor, agora que está morto, fizeram chegaram ao Moyle a informação de que o actor nunca tomou drogas nenhumas e foram o desespero e a tristeza (nas proporções acima descritas) que levaram ao seu falecimento.
A melancolia do australiano estava relacionada com o facto de nunca, verdadeiramente, se ter conseguido libertar do estigma da homossexualidade decorrente da sua prestação no filme de cowboys mais improvável de sempre. Uma observação mais atenta à carreira mais recente do autor revela a veracidade das informações e traz o esclarecimento definitivo ao desaparecimento do sheepboy.
Em 2005, em «Brokeback Moutain», a personagem aprecia um merecido cigarro depois de um dia inteiro a dar no duro.
No mesmo filme, vemo-lo a executar a “Manobra de Heimlich” no outro sheepboy da história, depois de este se ter engasgado com uma banana.
Logo no mesmo ano de 2005, apenas 2 semanas depois, sai o filme “Casanova” como uma tentativa de resgatar a imagem do actor do buraco em que se tinha metido. Apesar do filme ser sobre um “fodilhão” de malucas italianas no século XVIII, o estigma colou-se de forma indelével no actor. No cartaz do filme alude-se à preferência pela parte de trás da moça, munindo-a de uma carantonha masculina, numa indisfarçável alusão à fase “sheepboy”.
O cúmulo foi o triste ter sido obrigado a vestir sedas, cetins e rendas e andar a comparar tamanhos de espadas com outros homens durante todo o filme. Nota-se a cara de desespero pela figura que novamente tinha que fazer e meditando sobre as consequências advenientes.
Em 2006 nova tentativa de limpar a imagem do actor com "Candy", porém nem tudo resulta como esperado pois, embora o actor faça uma personagem apaixonada por uma miúda, esta acha-se agarrada ao cavalo. Novamente, quando tudo parecia ir dar certo, eis que o passado volta para assombrar o cada vez mais frágil equilíbrio emocional do actor.
Já de rastos, aceita participar em Batman (a estrear brevemente) pois vê na personagem de Joker a única saída possível para o seu desespero, pois tinha como antepassado na personagem o enorme Jack Nicholson, actor de prestígio e sem qualquer tipo de nódoa no currículo. Porém, a gota de água deu-se quando o actor deu conta que tinha que passar o filme com os lábios pintados.

Além destes, há registar na sua filmografia títulos como “Bolas Monstruosas” (Monster’s Ball), “Conta-me Histórias a Cavalo” (A Knight’s Tale), “Senhores à Canzana” (Lords of Dogtown), “A Duas Mãos” (Two Hands), “De Quatro com Penas” (The Four Feathers), “10 Coisas que Odeio nas Gajas” (Ten Things I Hate About You), entre outros títulos comprometedores relativamente à sua sexualidade.
Os seus últimos dias foram de uma amarga meditação e introspecção sobre a possibilidade de tudo isto não ser coincidência e o actor estar a passar uma fase de conversão ao paneleirismo (religião na qual também se reza de cú para o ar, segundo a Wikipedia).
Pensando sobre as bizarras coincidências que lhe assolaram a carreira deu por si a imaginar-se montanha acima montanha abaixo, a cavalo, vestido de seda e de lábios pintados a guardar ovelhas. E, apesar do mulherio todo que lhe passou pelas mãos, real e ficcional, acabou por morrer de melancolia e de saudades de apanhar cavacos na montanha.

3/06/2008

Scheiße04

O Moyle, apesar de afamado apreciador do "desporto-rei", não tem por hábito comentar jogos específicos, preferindo a comodidade das tergiversações acerca de qualquer coisa em que o futebol é o enquadramento cénico. Dito isto, vai fazer-se precisamente o contrário. Alguns comentários há a fazer relativamente ao jogo da 2ª mão dos 1/8 de final da Champions League [a expressão anglófona é um bocadinho mais sonante do que a portuguesa. Ok, é parolice.], que opôs o F.C.Porto ao Schalke04. É que durante o visionamento desse encontro surgiram algumas questões, algumas delas mais incómodas que um carvão aceso encostado ao escroto, tendo o Moyle, por obrigação, a sua escalpelização. Ora bem, como diria Jack, o Estripador, vamos por partes.
1º comentário que se oferece ao Moyle: - A vida amorosa do Ricardo Quaresma anda pelas ruas da amargura pois, segundo os comentadores, Quaresma é «o homem das bolas paradas».
Conclusão n.º 1: Os comentadores de futebol da RTP1 são estúpidos (isto porque o Moyle é um trouxa por eufemismos).
2.º comentário que se oferece ao Moyle: - O FCPorto jogou toda a 2ª parte do desafio com 4 homens «bem abertos». Porque razão, então, a surpresa revelada pelos comentadores ao constatarem que iam 3 alemães a cada portista?
Conclusão n.º 2: - Os comentadores de futebol da RTP1 são estúpidos (isto depois de uma cuidada abordagem com recurso à utensilagem gaussiana de análise estatística).
3.º comentário que se oferece ao Moyle: - Sendo esta uma semana de Champions League, porque razão transmitiu a RTP1 um encontro entre a Argentina e o Uruguai, imagina-se para uma Copa América, em vez de mostrar jogos em que interviessem portugueses (Chelsea, talvez)?
Conclusão n.º3: - Os comentadores de futebol da RTP1 são estúpidos (isto depois de verificar que nem comentam, nem vêem o jogo, entretendo-se com paneleirices que não interessam nem à Unesco - e esses gajos interessam-se por quase tudo).
Finalmente (estavam a ver que não, não estavam?): - Afinal o Vítor Baía não terminou a carreira, apenas foi fazer um estágio [na idade dele foi mais um retiro], num qualquer país pertinho da linha do equador e reapareceu em grande neste jogo que vimos dissecando.(*)




(*Esta parte talvez viesse a ter alguma piada com uma imagem, épica se possível, do momento que se pretende satirizar. Fica a promessa de vir para aqui uma quando alguém se der ao trabalho de a carregar na Web.)

2/26/2008

O Totó do Millenium

Ao pedido seguinte:

– «Não há alguém que remova cirurgicamente as cordas vocais ao atrasado mental que canta o anúncio do Millenium-BCP ou, pelo menos, lhe dê um tiro, discretamente, mesmo no meio dos olhos?»

junta-se agora outro:

– «Não há quem enfie qualquer coisa na boca do estúpido pago pelo Santander-Totó e que não se cala com aquele assobio de ir cagar no milho? Pode ser só partir-lhe os dentes ou deixá-lo para ser espezinhado por um elefante com prisão de ventre!»

Na medida em que o Moyle é contra a violência (não contra A violência mas sim ALGUMA violência) lembra aqui que estes pedidos não são nem da sua responsabilidade nem autoria mas sim o anseio de milhares (milhões) de famílias portuguesas (e pessoas sem família também).

2/22/2008

Sporting Clube dos Anéis

A notícia veiculada pela imprensa de que o Sporting iria contar com o jogador argentino Leandro Grimi, alertou o Moyle para o facto de, pela primeira vez, o Sporting estar à beira de contratar um jogador estrangeiro que não irá precisar de adaptação ao clube. De facto, de acordo com o que se pode observar a seguir, vemos que o clube da 2ª Circular (aquele do lado direito de quem desce) foi feito precisamente para Grimi e vice-versa.
A lagartagem não se cansa de anunciar a sua história (?) épica (?) e, embora tenha demorado algum tempo, o Moyle finalmente percebeu porquê. Comparemos os atletas (?) lagartos com as personagens da maior história épica a seguir à Bíblia, o Senhor dos Anéis.
Eis o estandarte, à volta do qual as legiões lagartas se juntam para… qualquer coisa.

Arwen Farnerud
Todas as histórias épicas têm, obrigatoriamente, na sua estrutura, episódios líricos. No Sporting, a piedade que Farnerud inspira ao espectador, confere-lhe esse papel no desenvolvimento da narrativa épica lagarta. Tem contra ele não ser tão jeitosa como a elfa do Senhor dos Anéis mas pouco falta e, aliás, não se pode ter tudo. Pensando bem, pode ter-se nada, como é manifestamente o caso.


Bilbo Stojkovic Baggins
Tal como a personagem que emula, a devoção, a roçar o desequilíbrio mental, é tanta que falha na hora H. Tal como um não conseguiu guardar o anel por muito tempo, o outro também não consegue guardar a baliza por muito tempo.

Boromir Vukcevic
Tinha tudo para ser fundamental na história mas… só fez merda. Todos os contos têm que ter um destes, para fazerem realçar os outros. O pior é que no caso vertente, ninguém se realça muito.
Frodo Pereirinha Baggins
Espera-se muito do mais novo, do mais fraco e boa vontade ele tem, mas fará alguma coisa de jeito?

João Troll Moutinho
Um monstro a meio campo, dizem os sectários mas, de facto, o que tem de monstruoso são as conferências de imprensa (com a capacidade argumentativa de um troll)… Ah, e o ordenado também.

Miguel Gimli Veloso
Outro caso de fraca exegese textual. “É um guerreiro no meio campo!” atiram os pobres de espírito. Se eu fosse a vocês não iria muito por aí, porque o que mais parecido que tem com esta história é o facto de ser gordo.


Legolas Veloso

E, por outro lado, ele está-se bem a cagar para ser um guerreiro, o que ele queria mesmo era ser assim. A Fátima e a Isabel Queiroz do Valle tratam de ti…

Liedson Orc
Marca golos? Vai marcando. Não é por ser grande coisa, é simplesmente porque toda a gente tem medo dele. E o hálito? Ui… Como um bom Orc, depois de um fogacho inicial, ameaça mais do acerta.

Luís Faramir Paez
Tal como o capitão de Gondor, o que o moço tem a fazer é deixar-se estar na sua vida e não empatar o que se passa à volta que é maior que ele. Quando a coisa correr mal, paciência, arrisca-se a ser queimado, mas até lá...
Pippin Romagnoli
O Sporting tem levado a coisa tão a sério que até contrata jogadores com o nome apropriado (o que só reforça a veracidade e o brilhantismo da tese do Moyle). Tanto um como os dois, raramente fazem alguma coisa de jeito e, as mais das vezes, só enconam.
Ronny Orc
A expressão “um monstro a defender” nunca teve melhores dias. Corre muito, mas com um hálito daqueles… convém. Como no conto de Tolkien, o Orc defensivo do Sporting também ameaça muito mas no fim de contas todos os adversários fazem o que querem.
Saruman Izmailov
O feiticeiro do Leste é tão poderoso que se enfeitiça a si próprio. Resultado, a maior parte da história passa-lhe ao lado.
Yannick Balrog
É feio, faz muito barulho e só atrapalha. Um demora séculos a cair, o outro cai muitas vezes.


Tonel Uruk Hai
Mete medo? Mete! Faz espectáculo? Faz (normalmente deprimente)! Serve para alguma coisa? Não!

Rei Feiticeiro de Angmar Polga
É grande, impressiona, intimida [nem impressiona, nem intimida muito, mas aqui dá jeito], mas é oco por dentro. Qualquer gaja o deita abaixo.
Samwise Vukcevic
Esforçado, trabalhador, persistente. Talvez seja tudo isso mas, nesta história, não há milagres. Paciência!
Denethor Soares Franco
Governa uma casa que não é a dele, gosta de dizer aos outros como fazer o trabalho deles, tem a mania que é nobre mas, como se vê em ambos os casos… A senilidade já lá anda, ou não?
Pedro Goblin de Moria Barbosa
Não se sabe muito bem para que servem nem o que fazem mas andam pela história toda do princípio ao fim. Vá-se lá perceber estas coisas. Liberdade criativa é o que é.
Paulo Gollum Bento
Andou por todo lado à procura do bem mais precioso e, quando pensava tê-lo encontrado, perdeu-o. Vai sair queimado no fim desta história toda mas cada um tem o que merece.
Vítor Gandalf Pereira

Nas horas mais sombrias, quando a fé parecer ter fugido, há sempre uma luz de esperança. O que é preciso é ter um feiticeiro poderoso e, hoje como ontem, aqui como ali, esta aliança já produziu resultados.

Grimi Língua de Verme
Bem vistas e analisadas as coisas, digam-me lá se não é extremamente inteligente da parte do Sporting contratar este jogador? Apesar da relutância em associar o adjectivo inteligente ao Sporting [ainda para mais com um advérbio de modo em jeito de reforço], o Moyle acha que sim. Este jogador está como sopa no mel para este clube

N.B. - Todas as imagens de personagens de ficção foram obtidas da Web e as relativas ao Senhor dos Anéis também.

2/08/2008

Casos da Vida Real

Tenho cocó de cão no sapato, e que cheira mesmo ao pior cocó de cão que se possa imaginar. O meu objectivo é entrar assim num restaurante chique.

2/03/2008

Anti-Spam em S. Bento

Constatando que o sistema de apoio da sociedade às pessoas desintegradas socialmente não está a rentabilizar para o país o enorme capital humano disperso por debaixo das pontes de todo o país, o Moyle promove aqui a ideia de levar os sem-abrigo para a Assembleia da República, para servir não apenas como dormitório, mas como dormitório e local de trabalho.
Se repararmos, as vantagens são por demais evidentes: em primeiro lugar, passávamos (contribuintes) a pagar 230 ordenados mínimos, em vez dos chorudos vencimentos dos actuais deputados. Em segundo lugar, adoptando o regime de meia-pensão (sopa e sandes de coirato) na Assembleia/Pensão de S. Bento, estaríamos a garantir que ninguém faltava à chamada para as sessões legislativas e às obrigações da digníssima função de representantes da Nação. Ao mesmo tempo, deixava de ser necessário comprar carros e pagar a motoristas, pois o local de trabalho passava a corresponder com a residência.
Mas, de facto, o melhor, é que, ao nível da política interna e externa, deixávamos de ouvir as baboseiras do costume. Por um lado, a visível deterioração da dentição de grande parte dos novos deputados iria provocar alguma retracção dos mesmos no momento de abrirem a boca e, por outro lado, porque estas mentes, dificilmente mais obscuras do que as actuais, rapidamente perceberiam que cerrar os lábios seria muito mais inteligente do que expulsar o ar pelas pregas vocais fazendo-as vibrar e, com isso, produzir fonemas, seja lá o que for que isto quer dizer.
A única dificuldade, até agora, é a resistência que o Moyle tem encontrado por parte dos mendigos e sem-abrigo do país em colaborar neste projecto, pois vêem no lugar de deputados uma regressão na carreira e um rude golpe na estima pública que, presentemente, têm.