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P.S. - Este post está atrasado umas semanas mas, por fim, chegou.
Os autores abdicam de todas as responsabilidades sobre os conteúdos presentes neste blog... Porque não passam de tretas, por muito que desejem e achem o contrário. Não abdicamos, contudo, de todos e quaisquer direitos sobre esses mesmos conteúdos que se encontram protegidos pelas Leis de Protecção da Propriedade Intelectual em vigor (excepto na China e na Madeira). Assinado: O Alto, O Forte e o Moyle
Na esteira do serviço público que tem vindo a prestar há já uns anos (não chega a 2 mais precisamente. Mas, atenção, se falássemos em meses dava muito mais nas vistas, portanto não comecem com coisas.), o Moyle vem, mais uma vez, oferecer aqui ao seu público leitor (sim, são vocês bonitões/onas), e mesmo aos outros (já não bonitões/onas mas sim uns desengonçados a roçar o tipo "Goblin de Moria"), um título e o formato para um livro dedicado exclusivamente à culinária afrodisíaca: O LIVRO DE PONTAGRUEL. Dá-se, assim, seguimento ao que de melhor a cultura gastronómica tradicional produziu, adaptando-se aos "Ventos da História" e aos "Sinais dos Tempos", "Zeitgeist" para quem é versado em literatura cazaque.
O Vaticano prepara-se para introduzir algumas alterações na liturgia, nomeadamente no momento eucarístico [para aqueles que, como o Moyle, não vão à missa, é a parte da comunhão que muda].
Apesar dos milhões de páginas que têm sido escritas ao longo dos últimos dois milénios sobre a morte de um carpinteiro da Galileia ainda não se chegou a uma conclusão segura sobre de quem foi a responsabilidade e quais foram os motivos que levaram à execução do pobre.

Em 2005, em «Brokeback Moutain», a personagem aprecia um merecido cigarro depois de um dia inteiro a dar no duro.
No mesmo filme, vemo-lo a executar a “Manobra de Heimlich” no outro sheepboy da história, depois de este se ter engasgado com uma banana.
Logo no mesmo ano de 2005, apenas 2 semanas depois, sai o filme “Casanova” como uma tentativa de resgatar a imagem do actor do buraco em que se tinha metido. Apesar do filme ser sobre um “fodilhão” de malucas italianas no século XVIII, o estigma colou-se de forma indelével no actor. No cartaz do filme alude-se à preferência pela parte de trás da moça, munindo-a de uma carantonha masculina, numa indisfarçável alusão à fase “sheepboy”.
O cúmulo foi o triste ter sido obrigado a vestir sedas, cetins e rendas e andar a comparar tamanhos de espadas com outros homens durante todo o filme. Nota-se a cara de desespero pela figura que novamente tinha que fazer e meditando sobre as consequências advenientes.
Em 2006 nova tentativa de limpar a imagem do actor com "Candy", porém nem tudo resulta como esperado pois, embora o actor faça uma personagem apaixonada por uma miúda, esta acha-se agarrada ao cavalo. Novamente, quando tudo parecia ir dar certo, eis que o passado volta para assombrar o cada vez mais frágil equilíbrio emocional do actor.
Já de rastos, aceita participar em Batman (a estrear brevemente) pois vê na personagem de Joker a única saída possível para o seu desespero, pois tinha como antepassado na personagem o enorme Jack Nicholson, actor de prestígio e sem qualquer tipo de nódoa no currículo. Porém, a gota de água deu-se quando o actor deu conta que tinha que passar o filme com os lábios pintados.
Rei Feiticeiro de Angmar Polga