4/26/2007

O Barrete Chileno (Baseado em Factos Verídicos)

Ao visionar um jogo de futebol da Liga Fantástica (a espanhola claro), entre o Real Madrid e o Gimnástic de Tarragona deu-se o seguinte “diálogo” entre os comentadores da Sporttv e os pensamentos do Moyle, que passaremos a transcrever.
Ao referirem, os comentadores, a presença em campo de um jogador chamado Pinilla, o Moyle pensou:
- Será o gajo que esteve no Sporting C.P.?
Pouco tempo decorrido, disseram os comentadores que Pinilla era seguramente um dos melhores elementos do Nástic, ao que o Moyle, em pensamento, reagiu:
- Não, não é ele de certeza!
E não era mesmo.

4/20/2007

De Asnos e Burros

A argúcia do Moyle foi novamente posta à prova pela nossa sociedade/cultura/mercado falaciosos e estupidificantes e os resultados foram de suma cum laude, isto sem embandeirar em arco. Não serve este intróito nenhum propósito, parecendo apenas ficar bem aqui.
Chamou a atenção do Moyle um anúncio televisivo a uma conhecida instituição bancária, que tem merecido powerplay por parte dos vários canais de televisão portugueses, mostrando onde anda o dinheiro esmifrado aos tristes que apenas ambicionavam ter casa própria.
No referido anúncio vê-se que um serralheiro (pelo menos depreende-se ser esta a profissão do senhor pois o seu nome é Qualquer Coisa Faz-Cancelas) aparece montado num burro, que se recusa obedecer-lhe e a seguir para onde lhe é indicado e que dá pelo nome de Euribor (de facto, chamasse-se ele Défice e ninguém daria conta). Além da natural curiosidade provocada por ver um asno montado noutro, a atenção do Moyle focou-se nos notáveis paralelismos entre este e um outro episódio, que atingiu notoriedade em Portugal, ocorrido nos alvores da época futebolística.
De facto, o Moyle acredita ter sido o anúncio inspirado em Fernando Santos montado num burro, repetindo-se o esquema de um asno sobre outro, que recusava obedecer-lhe e encaminhar-se para onde o Sr. Engenheiro desejava, burro esse, por sua vez, denominado Losango.
As diferenças residem em pormenores, nomeadamente no facto de, na primeira situação descrita o “Asno Serralheiro” acabar montado num cavalo feito de pau, ao passo que, na segunda situação, o “Asno Engenheiro” ter transformado o burro num cavalo de pau feito, isto na óptica dos adversários.
No fim da época se verá qual das conclusões foi a mais acertada e quem é que afinal passou de cavalo para burro, ou se Fernando Santos não acaba debaixo do seu próprio cavalo, até porque Prognósticos só no fim.

4/15/2007

Está tudo no Marketing

Passou-se o dia 14 de Fevereiro, dia de S. Valentim, mas não passou a possibilidade de abordagem. É um dia muito bonito, principalmente para os gerentes de drogarias, floristas, ou, simplesmente de hipermercados. E tudo está relacionado com um bom director de Marketing. A verdade é que o S. Valentim tinha um excelente director ao contrário de, por exemplo, o que aconteceu ao S. Sebastião que continua todos os anos a sair à rua cravado de setas, com uma tanga, e atado a um tronco. Está mais que visto que isto não vende.

4/10/2007

Por favor, ajudem o Major

É uma vergonha o que estão a fazer com o Sr. Major Valentim, aquele senhor que saiu à rua de robe, que mais parecia uma zebra. O que com certeza as pessoas não sabem é que essa bonita peça de vestuário foi uma oferta da ex-esposa do Presidente do FêCêPê, de quando esta desfilava nas passerelles do Sr. Reinaldo Teles. Era na realidade o robe que ela usava sempre, da pista até ao camarim. Mas voltando ao Major, então não é que a justiça entendeu mal as palavras do Sr. Presidente da Câmara de Gondomar, da Assembleia-Geral da Liga de Clubes, do Metro do Porto, da Junta Metropolitana do Porto, (parece o nome do filho do Duque de Bragança). É que quando disse que queria ir a julgamento para limpar o seu bom-nome, é óbvio que ele se referia a um plebiscito local que tencionava fazer ao povo de Gondomar, depois de um jantar grátis nos bombeiros, com direito a café e xiripiti, a todos os cidadãos do concelho. Era durante esse jantar que ele queria promover o julgamento perante o povo e limpar o seu bom-nome. O juiz, como não sabia deste acto social a promover pelo Sr. Major, inventou uns 26 crimes para que ele fosse a julgamento limpar o seu bom-nome.
É preciso um juiz ter lata para fazer uma coisa destas. Um cidadão quase anónimo, que sempre primou pela correcção exemplar de um autarca, que é Major reformado quase desde a recruta por bons serviços prestados à Pátria (o Moyle não conseguiu averiguar se chegou a ser agraciado com a grande Cruz da Torre e Espada, mas se não foi devia), como por exemplo dirigir a messe, desviar géneros dessa messe para os vender fora dos serviços militares, entre outros serviços beneméritos que o Moyle é, apesar de tudo, demasiado pequeno para enumerar.
E agora vem uma qualquer magistrada com ar de louca, com a cara toda borratada, o cabelo mais pintado do que foi operada a cara do Michael Jackson, e um qualquer juiz de meia tigela, sentar no banco dos réus este digníssimo cidadão (ah, se fossem todos como ele, que belo país este seria!!!). O Moyle propõe elaborar um abaixo-assinado para revogar todos os crimes de que é acusado.
Por favor, ajudem o Sr. Major a limpar o seu bom-nome!

4/02/2007

Dili no Cinema II

Como o Moyle anunciou há uns meses [ver PORTUGAL HOJE – Dili no Cinema 30.12.2006] aquando do início da rodagem do filme sobre Bruce Lee em Timor, parece que a película começa agora a entrar na fase final. Na cena final, que foi rodada nas últimas semanas, o Major Reinado tenta, com cerca de 30 homens, invadir a cidade à guarda da empresa de segurança Lee & Filho, composta por duas pessoas, o mítico Bruce Lee e também o seu filho, Brandon.
Obviamente, a Columbia Pictures não nos quis adiantar o desfecho da cena, mas adivinha-se muita porrada, pescoços partidos, saltos mortais, GNR a morfar camarão tigre à espera que a empresa de segurança resolva o problema, forças australianas a ameaçarem invadir o território se Bruce & Filho não conseguirem resolver o problema dentro do prazo estabelecido, enfim, esperemos para ver mais este sucesso de bilheteira, ou, se quisermos alinhar numa de pseudo-intelectual, blockbuster.